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14/06/2012 - 14h36

Pipoca e milkshake podem sofrer restrições em Nova York

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DE SÃO PAULO

Membros do conselho de saúde de Nova York cogitaram, em reunião, impor restrições à venda de porções grandes de pipoca e milkshake em lugares públicos, como cinemas e lanchonetes.

A reunião foi feita para analisar a proposta do prefeito da cidade, Michael Bloomberg, de veto à venda de bebidas açucaradas, como refrigerantes e chá gelado, com mais de 470 ml. A versão apresentada pelo prefeito exclui das restrições as bebidas à base de leite, como milkshakes, mas, segundo a Associated Press, membros do conselho de saúde questionaram essa exceção.

A proposta foi colocada em consulta pública por 90 dias na última terça (12).

Uma votação formal para transformar a proposta em lei não deve acontecer antes de setembro.

Além de questionar a isenção de restrições aos milkshakes, membros do conselho também mostraram preocupação com ofertas de refil gratuito para bebidas, populares em lanchonetes.

A venda de porções grandes de pipoca com manteiga nos cinemas também foi levantada como preocupante.

Justin Lane/Efe
Refrigerante grande vendido em Nova York
Refrigerante grande vendido em Nova York

FALTA DE APOIO
De acordo com uma pesquisa feita com moradores da cidade e divulgada ontem pelo "New York Times", a maioria (51%) não apoia as restrições a bebidas açucaradas.

A oposição à medida é maior entre eleitores mais velhos e brancos.

A pesquisa foi feita pela Universidade Quinnipiac e mostrou que 55% dos homens se opõem ao veto. Entre as mulheres, 50% apoiam e 47% rejeitam a medida.

Foram entrevistados, por telefone, 1.093 eleitores registrados. A margem de erro é de três pontos percentuais.

A maioria (56%) dos participantes não acredita que o veto aos refrigerantes grandes vá ajudar a reduzir os índices de obesidade.

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