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Brasil
29/01/2008 - 22h09

Base de Pimentel se revolta contra acordo PT-PSDB para sucessão em Belo Horizonte

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THIAGO GUIMARÃES
da Agência Folha, em Belo Horizonte

Pré-candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte da base de apoio do prefeito Fernando Pimentel (PT) criticaram o acordo entre o petista e o governador Aécio Neves (PSDB-MG) para lançamento de candidatura única à sucessão na capital mineira.

Um encontro ontem na Assembléia Legislativa do Estado reuniu sete pré-candidatos --três do PMDB, dois do PV, um do PC do B e um do próprio PT, o ex-deputado estadual Rogério Correia.

Na pauta "oficial" da reunião, um pacto para "garantir a manutenção dos projetos e recursos" para a cidade, "com vistas ao segundo turno da disputa", conforme divulgou a pré-candidata e deputada federal Jô Moraes (PC do B).

Na prática, a reunião foi uma resposta de setores descontentes com as negociações entre Pimentel e Aécio, que avançaram neste ano. Setores do PT que não abriam mão da cabeça de chapa, por exemplo, já admitem ceder lugar a Márcio Lacerda (PSB), ex-secretário-executivo do Ministério da Integração Nacional e atual secretário do Desenvolvimento Econômico de Aécio.

"Estou perplexo com essa aliança. Depois de 16 anos [na Prefeitura de BH], o PT não discutir internamente um nome", disse Correia. "Quem deve conduzir o processo eleitoral são os partidos, não os palácios", afirmou Jô Moraes.

O vice-prefeito de Belo Horizonte e pré-candidato à sucessão de Pimentel, Ronaldo Vasconcellos (PV), também esteve na reunião. "Pode até ter acerto PT-PSDB, desde que o PV seja o cabeça de chapa", afirmou. O PV tem outros dois pré-candidatos: o deputado federal Antônio Roberto e o estadual Délio Malheiros.

Os pré-candidatos divulgaram declaração conjunta após a reunião. "Temos clareza de que para administrar a cidade não basta ter boa relação com outras instâncias de governo --o que é óbvio. É preciso, sobretudo, um ambiente nacional favorável aos investimentos", diz o texto.

A reportagem não conseguiu falar hoje com Pimentel e Aécio sobre o manifesto dos pré-candidatos.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
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Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
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