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Brasil
21/02/2008 - 20h57

TSE autoriza Lobão Filho a se desfiliar do DEM sem punição

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta quinta-feira por unanimidade autorizar que o senador Edison Lobão Filho (MA) se desfilie do DEM, sem riscos de punição nem prejuízos. Lobão Filho pediu autorização para deixar o democratas ao alegar que estava sendo alvo de perseguição.

Os ministros do TSE entenderam que os argumentos de Lobão Filho deveriam ser considerados e aprovaram o pedido dele.

O ministro relator do processo, Gerardo Grossi, recomendou a autorização por considerar que havia consenso entre as partes --Lobão Filho e DEM. Segundo ele, a autorização deveria ser aceita porque o que estava em julgamento não era a vaga de senador, mas um pedido para troca de partido.

Lobão Filho assumiu a vaga de suplente no lugar do pai, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia), filiado ao PMDB do Maranhão. No entanto, antes de assumir a cadeira no Senado, o suplente foi acusado de uma série de irregularidades.

O suplente é acusado de usar laranja para sonegar impostos, também é suspeito de ser sócio oculto em empresa de bebidas e ainda de cometer irregularidades na venda de uma emissora de televisão. Lobão Filho negou as acusações.

Para o DEM, a permanência do senador em seus quadros seria inviável porque ele é filho de um assessor direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A negociação para a desfiliação de Lobão Filho foi feita de forma amigável pelo líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN).

Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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