Brasil
27/05/2008 - 19h29

Minc diz que não vai ser "carimbador maluco" de licenças ambientais

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RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

Fã de música, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) citou nesta terça-feira uma canção e um ritmo para definir como será sua relação com a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e como atuará para a concessão de licenças ambientais. Para falar de Dilma, Minc buscou inspiração no ritmo "dois-para-lá e dois-para-cá" para demonstrar como a parceria é harmônica.

"Tive uma longa conversa com a Dilma e nos entendemos muito bem. A nossa música é: 'Dois-para-lá e dois-para-cá'. Duas licenças e dois PACs [Programas de Aceleração do Crescimento] ambientais", disse Minc.

Segundo o ministro, a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico devem estar lado a lado. "O desenvolvimento vai andar e a preservação ecológica vai andar também", afirmou Minc.

Negando que pretenda liberar as concessões ambientais sem critério, Minc também buscou inspiração na música para se explicar. Segundo ele, não será como o "Carimbador Maluco", de Raul Seixas.

"Não serei o 'carimbador maluco', o carimbador da improbidade administrativa. Precisamos dar licenças mais ágeis e com mais rigor", disse o ministro rechaçando a idéia que pretenda facilitar na liberação das concessões.

Na canção, Raul Seixas fala que o foguete que quer voar tem de "ser selado, registrado, carimbado, avaliado e rotulado". A música ficou famosa pelo refrão: "Plunct. Plact. Zum. Não vai a lugar nenhum".

Comentários dos leitores
SOBERANIA EM DESTAQUE.
Ao invés de estarmos agora em 2009 discutindo possíveis candidatos e candidatas que disputarão a Presidência da República somente no último semestre de 2009 deveríamos sim aprofundar o debate na questáo da Segurança Nacional.Em primeiro lugar esperava-se que tal discussão. tão relevante para o presente e futuro do nosso país.nascesse no Poder Executivo e permeasse os integrantes dos demais poderes em especial o poder legislativo Federal e dai se alastrasse permeando as forças vivas da Nação como Imprensa,Rádio e demais veículos de comunicação.A hora é agora e o momento é somente nosso. É triste vermos que tal iniciativa já ocorre lá fora:como fez o NEW YORK TIMES que pergunta em uma reportagém: de quem seria a amazônia?ACORDA BRASIL...vamos fazer antes a lição de casa enquanto há tempo...
sem opinião
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Luís da Velosa (1327) 28/10/2009 17h44
Luís da Velosa (1327) 28/10/2009 17h44
O MST bem que poderia se mirar no Greenpeace. Protesta, é certo e insofismável, mas dentro da lei, sem armas e sem o espectro da ignorância. Considero esse movimento pacífico, que parece radical, mas, só na defesa da vida, que o meio ambiente sustenta à solavancos. Um exemplo a ser seguido, sem medo e sem a vergonha de se ser humano. sem opinião
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jose ortega (1) 17/10/2009 08h02
jose ortega (1) 17/10/2009 08h02
O que realmente falta para nossos governantes em relação a Amazonia e o desmatamento no Brasil e ter compotencia, pulso firme e não ter interesse em proteger certos patrocinios para futuras campanhas politicas. 1 opinião
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