Brasil
09/09/2008 - 21h54

Petista Luizianne vira alvo de adversários em debate na TV

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KAMILA FERNANDES
da Agência Folha, em Fortaleza

Líder nas pesquisas com larga vantagem, a prefeita Luizianne Lins (PT) foi alvo de ataques de todos os seus adversários no segundo debate televisivo entre os candidatos à Prefeitura de Fortaleza, que foi ao ar na noite de ontem na TV União (canal aberto com programação própria).

O debate marcou uma mudança no comportamento dos principais adversários de Luizianne, Moroni Torgan (DEM) e Patrícia Saboya (PDT), que adotaram um discurso uníssono, com críticas ao programa eleitoral da petista, que julgam ser "mentiroso".

O programa de Luizianne é feito por uma equipe ligada ao marqueteiro Duda Mendonça, responsável pela vitória de Lula em 2002, e tem sido apontado como o responsável pelo crescimento da petista nas pesquisas de intenção de voto.

Até a divulgação da mais recente pesquisa do Datafolha, em que Luizianne aparece com 44% das intenções de voto, 22 pontos à frente do segundo colocado, Moroni Torgan, a única a fazer ataques contra a prefeita era Patrícia, numa disputa pelo uso da imagem do presidente Lula. Patrícia aparece em terceiro lugar, com 19% das intenções de voto.

Moroni tinha adotado um discurso de "gestor", recusando-se a fazer qualquer crítica, até então. No debate de ontem, porém, ele foi agressivo, afirmando que Luizianne tem apresentado, em seu programa eleitoral, obras que não saíram do papel por falta de competência, pois houve tempo e dinheiro suficientes para realizá-las.

Patrícia também mudou seu discurso. Ela já vinha fazendo críticas, mas com um ar de protesto, e chegou até a chorar em sua propaganda eleitoral, há duas semanas. No debate, ela adotou um sorriso permanente, mesmo quando fazia críticas, dizendo que as obras de Luizianne são "virtuais" e que levam o eleitor a um engano.

Luizianne foi irônica em sua defesa, ao dizer que seus adversários deveriam andar mais pela cidade para saber que o que fala é verdade. Sobre as obras que não saíram do papel, ela afirmou que optou primeiro por "cuidar das pessoas", não em fazer viadutos.

Comentários dos leitores
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1323) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
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Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (87) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
sem opinião
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Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
Fatima Medeiros (15) 26/10/2009 20h57
QUE MARAVILHA NÃO VAI SOBRAR NINGUEM!!!! sem opinião
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