Querem minar imagem que a PF tem com a sociedade, diz diretor-geral
da Folha Online
Querem me colocar no campo da bandalheira, tentam minar a boa imagem que a Polícia Federal tem com a sociedade, afirmou Luiz Fernando Corrêa, 50, que completou um ano como diretor-geral da PF, informa nesta segunda-feira reportagem de Lucas Ferraz, publicada pela Folha (a íntegra está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL).
"Não estamos num Estado policialesco. Num Estado policial não há liberdade. É salutar os atos da polícia, que é profissional, serem questionados no âmbito da legalidade", disse Corrêa, rebatendo o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes. Há 28 anos na corporação, ele dirige o órgão em um de seus momentos mais conturbados.
Criticada por membros do Judiciário e do governo, a PF tem sua atuação questionada por supostos excessos, como os que teriam ocorrido na Operação Satiagraha, que prendeu, entre outros, o banqueiro Daniel Dantas.
"Temos uma polícia que passou a ser discutida quando prendeu determinados tipos de pessoas. (...) Estamos apanhando por trabalhar bem", afirmou ele, em entrevista à Folha, na última quinta-feira, na sede do órgão, em Brasília.
Leia mais na Folha desta segunda-feira, que já está nas bancas.
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