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Brasil
02/05/2009 - 13h32

PF estima que retirada de não índios na Raposa deve durar mais 15 dias

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da Agência Brasil

A Polícia Federal estima que serão necessárias pelo menos duas semanas para que os órgãos da União, supervisionados pela Justiça Federal, concluam a retirada dos não índios, de suas criações e de todos os seus pertences da Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR).

"O planejamento foi feito para 30 dias, mas creio que em 15 dias será possível retirar tudo", afirmou o superintendente da PF em Roraima, José Maria Fonseca. Ele avaliou que a desocupação por parte de quem não cumpriu o prazo dado pela Justiça --encerrado ontem (30)-- começou de forma tranquila e, na maioria dos casos, não foi feita antes porque a União não conseguiu disponibilizar transporte necessário.

Há famílias de saída que vivem em áreas de difícil acesso e outras que aguardam caminhões para fazer a mudança.

As fazendas até então exploradas por seis grandes produtores de arroz já foram desocupadas. Os últimos a deixar a área foram Tiaraju Faccio, que terminou de colher ontem, e Paulo César Quartiero, que só saiu após receber um mandado de desocupação escrito à mão pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Jirair Meguerian.

As duas famílias de pecuaristas idosos que passaram a vida inteira na região, visitadas ontem pelo desembargador, ainda não saíram. Segundo o juiz auxiliar Lincoln Rodrigues, que acompanhou Meguerian, Adolfo Esbell alegou que tem descendência indígena e "foi dada a ele oportunidade de provar". Já Lawrence Hart só aguarda a chegada do transporte prometido pela União, que deve ser viabilizada em 15 dias.

A Funai informou que 300 caminhões se dividirão pela área de 1,7 milhão de hectares para concluir o quanto antes a desocupação dos remanescentes.

Comentários dos leitores
Jonas Bastos (1) 26/11/2009 19h38
Jonas Bastos (1) 26/11/2009 19h38
É bom que Peru e Brasil tomem mais rapido possivel medidas duras para combater o narcotrafico,contrabando de armas, grupos de exterminios e etc,nas suas froteiras como é o caso da regiao do Alto Rio Solimoes esquecida pelo proprio estado brasileiro... sem opinião
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antonio lucio (1) 18/11/2009 13h13
antonio lucio (1) 18/11/2009 13h13
Será que os retardados mentais que defendem esta miliicia indigina, por tras disto esta as FARC e por tas delas o Chaves, o louco, o debiloide. Pelo amor de Deus. vc querem o que uma querrilha camponesa, entre os sem terra, seringueiros, agricultores, pequenos pecuaristas e os indiginas. Será um massacre atras do outro. O estado é quem que deve estar presente nestes conflitos, esta ai a PF, o Exercito. Agora temos um governo incompetente, irresponsável e incapaz de evitar as invações de terras indiginas ai é outra coisa. Daqui a pouco, vamos ter as milicias, dos seringueiros, dos sem terras (este já existe), dos pequenos pecuaristas e dos agricultores. Teriasmos ai um estado sem lei. Mais ano que vem temos oportunidade de mudar isto. Se Deus quiser vamos mudar e expulsar estes petistas do poder. e olhe quando eles sairem veremos o mar de lama sair das bocas dos bueros e acha lama e podridão. 1 opinião
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tereza rocha (3) 17/11/2009 20h28
tereza rocha (3) 17/11/2009 20h28
sem proteção os indios ficam a mercê de todos os perigos existentes na Amazonia.Agora as Farc tambem querem se aproveitar da fraqueza indigena. 2 opiniões
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