Senado aprova nomes para o Conselho Nacional de Justiça
da Folha Online
da Agência Senado
O Senado aprovou nesta terça-feira os nomes dos novos membros no CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que exercerão o mandato de dois anos.
Os nomes dos conselheiros aprovados são: ministro Ives Gandra Martins (TST); desembargadores Leomar Barros Amorim de Souza (STJ) e Milton Augusto de Brito Nobre (STF); juízes Paulo de Tarso Tamburini Souza (STF), Morgana de Almeida Richa (TST), Nelson Tomaz Braga (TST) e Walter Nunes da Silva Júnior (STJ); procurador José Adônis Callou de Araújo Sá (PGR); promotor Felipe Locke Cavalcanti (PGR); e advogados Jorge Hélio Chaves de Oliveira e Jefferson Luis Kraychychyn, ambos pela OAB.
Indicado pelo Senado ao CNJ, o advogado Marcelo da Costa Pinto Neves já havia sido aprovado pelo plenário no dia 17 de junho.
O CNJ é composto por 15 membros. Desse total, apenas três --Gilmar Mendes, Gilson Dipp e Marcelo Nobre-- permaneceram no órgão quando terminou o mandato dos demais conselheiros.
Na semana passada, o presidente do CNJ e do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, havia pedido ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pressa na aprovação dos indicados ao CNJ e CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).
Para o CNMP, foram aprovados os nomes dos procuradores Cláudio Barros Silva e Achiles de Jesus Siquara Filho; do promotor Sandro José Neis; da juíza Taís Schilling Ferraz e do advogado e consultor legislativo Bruno Dantas Nascimento.
O plenário do Senado também aprovou a indicação de José Rômulo Plácido Sales para o cargo de defensor público-geral da União, para um mandato de dois anos, em substituição a Eduardo Flores Vieira.
Leia mais
- Órgão que fiscaliza Ministério Público enfrenta resistência
- Crise no Congresso adia nomeações e congestiona julgamento de processos no CNJ
- Crise no Congresso atrasa indicações para o CNJ e CNMP, diz Mendes
Outras notícias sobre política em Brasil
- Lula afirma que caso Battisti não interferiu nas relações entre Brasil e Itália
- Escavações para buscar desaparecidos do Araguaia só terão início em agosto
- Polícia acredita que vingança tenha motivado chacina em assentamento do MST
Especial


avalie fechar
avalie fechar
Ministro Joaquim Barbosa a meu entender é um dos poucos homens sérios, competente e íntegro em nossa política.
A entrada de Toffoli deve ter sido o início da gota d'agua, e atráz dessa ocorreu os problemas de nosso "ilústre" José Sarney e sua família querendo MANDAR no STF, como também outros problemas do Senado, e para completar a gota, é a extradição do terrorista Italiano Battisti, pois em todos esses casos o Ministro Joaquim Barbosa deve ter sofrido tanta pressão, mas tanta pressão que sua "coluna" não aguentou...e para resguardar seu nome e da instituição, preferiu renunciar...
Isto é o Brasil, isto é que se chama democracia! Estamos perdendo os bons homens, pois a corrupção, a sacanagem continua no poder e cada vez mais estamos revoltados.
É lamentável que um homem íntegro, honesto, jurista incontestável e de moral ilibida como do Ministro Joaquim Barbosa está sendo "forçado" a deixar o STF com desculpa de dores na coluna somente para resguardar o nome da instituição já dominada por Senadores e políticos corruptos existente em nosso amado Brasil.
O Ministro Joaquim Barbosa, coitado! Está com a coluna em fragalhos após tanta pressão externa, e o povo cada vez mais com o saco cheio de tanta safadeza existente em nosso governo.
avalie fechar