26/07/2004
-
06h27
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), em nota pública na qual comenta notícia divulgada pela Folha ontem de que a Kroll investigou magistrados, cobrou a instituição de um mecanismo que possibilite a demissão de magistrados que tenham praticado crimes ou irregularidades administrativas graves.
Na nota, o presidente em exercício da OAB, Raimundo Britto, chama de "dois absurdos" as informações publicadas: a atuação da Kroll, que teria violado "criminosamente as regras do sigilo claramente para obter vantagens comerciais", e a "constatação, mais uma vez, de que é necessário o controle mais rígido sobre o Judiciário, para que ele não perca o que ele tem de mais importante, a sua credibilidade".
A Kroll foi contratada pela Brasil Telecom para a investigar a Telecom Italia e acabou espionando o governo e o Judiciário.
Leia mais
Agora PF está no encalço de espião inglês no caso Kroll
Dantas teria dado ordem para violar sigilo
Banqueiro nega pedido de violação telefônica à Kroll
Em e-mail, espião disse que o papai do céu o protegia
Especial
Veja o que já foi publicado sobre espionagem no governo
OAB critica Kroll por espionagem
Publicidade
da Folha de S.Paulo, em BrasíliaA OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), em nota pública na qual comenta notícia divulgada pela Folha ontem de que a Kroll investigou magistrados, cobrou a instituição de um mecanismo que possibilite a demissão de magistrados que tenham praticado crimes ou irregularidades administrativas graves.
Na nota, o presidente em exercício da OAB, Raimundo Britto, chama de "dois absurdos" as informações publicadas: a atuação da Kroll, que teria violado "criminosamente as regras do sigilo claramente para obter vantagens comerciais", e a "constatação, mais uma vez, de que é necessário o controle mais rígido sobre o Judiciário, para que ele não perca o que ele tem de mais importante, a sua credibilidade".
A Kroll foi contratada pela Brasil Telecom para a investigar a Telecom Italia e acabou espionando o governo e o Judiciário.
Leia mais
Especial

