15/02/2005
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15h42
Daniel Soares da Costa Filho, ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Parauapebas, no sul do Pará, foi encontrado morto na manhã desta terça-feira. Ele estava a caminho de sua propriedade rural quando foi assassinado com seis tiros.
De acordo com a polícia, ele era um dos ameaçados por grileiros e madeireiros do Pará. A polícia, porém, ainda não sabe se há relação entre o assassinato do sindicalista e o da irmã Dorothy Stang, 73 --morta com seis tiros no sábado de manhã.
Buscas
A polícia continua as buscas atrás dos suspeitos de matar a irmã. Ontem, a Justiça de Pacajá (PA) decretou a prisão preventiva do quarto suspeito: o fazendeiro Vitalmiro de Moura, que pode ter sido o mandante do crime.
Antes disso, a Justiça já havia decretado a prisão de outros três suspeitos: dois pistoleiros e um intermediário, conhecidos pelos nomes de Eduardo, Pogoió e Tinair.
A polícia está na região de Anapu, onde ocorreu o crime, e ontem o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, disse que as prisões deveriam ser feitas "nas próximas horas".
Os ministros Nilmário Miranda, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, e Marina Silva, do Meio Ambiente, viajaram para Altamira (PA) onde definiram as medidas que serão adotadas para apurar a morte da freira.
Aviso
O Ministério Público Federal (MPF) no Pará informou ontem que já havia avisado as autoridades do Estado sobre as ameaças de morte sofridas pela freira Dorothy Stang. Ela foi morta com seis tiros no sábado de manhã em uma provável emboscada em Anapu, próximo a Altamira (777 km de Belém).
Segundo o MPF, --que acompanhava desde 1999 o trabalho da missionária-- um procedimento administrativo foi aberto na Procuradoria e registrando todos os conflitos que ocorreram na região.
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da Folha OnlineDaniel Soares da Costa Filho, ex-presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Parauapebas, no sul do Pará, foi encontrado morto na manhã desta terça-feira. Ele estava a caminho de sua propriedade rural quando foi assassinado com seis tiros.
De acordo com a polícia, ele era um dos ameaçados por grileiros e madeireiros do Pará. A polícia, porém, ainda não sabe se há relação entre o assassinato do sindicalista e o da irmã Dorothy Stang, 73 --morta com seis tiros no sábado de manhã.
Buscas
A polícia continua as buscas atrás dos suspeitos de matar a irmã. Ontem, a Justiça de Pacajá (PA) decretou a prisão preventiva do quarto suspeito: o fazendeiro Vitalmiro de Moura, que pode ter sido o mandante do crime.
Antes disso, a Justiça já havia decretado a prisão de outros três suspeitos: dois pistoleiros e um intermediário, conhecidos pelos nomes de Eduardo, Pogoió e Tinair.
A polícia está na região de Anapu, onde ocorreu o crime, e ontem o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, disse que as prisões deveriam ser feitas "nas próximas horas".
Os ministros Nilmário Miranda, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, e Marina Silva, do Meio Ambiente, viajaram para Altamira (PA) onde definiram as medidas que serão adotadas para apurar a morte da freira.
Aviso
O Ministério Público Federal (MPF) no Pará informou ontem que já havia avisado as autoridades do Estado sobre as ameaças de morte sofridas pela freira Dorothy Stang. Ela foi morta com seis tiros no sábado de manhã em uma provável emboscada em Anapu, próximo a Altamira (777 km de Belém).
Segundo o MPF, --que acompanhava desde 1999 o trabalho da missionária-- um procedimento administrativo foi aberto na Procuradoria e registrando todos os conflitos que ocorreram na região.
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