11/04/2005
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13h17
O coordenador do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) em Pernambuco, Jaime Amorim, vai apresentar uma denúncia nesta segunda-feira à Promotoria Agrária de que 150 famílias de agricultores ligadas ao movimento estão sendo ameaçadas de expulsão da fazenda Jardim Jatobá, em Pesqueira (228 km de Recife).
Na última sexta-feira, as famílias tomaram, pela quarta vez, a propriedade de 3.000 hectares. De acordo com Amorim, a medida tem o objetivo de garantir a segurança dos trabalhadores rurais, já que na propriedade existem milícias armadas. "Tanto lá como na fazenda Uberaba, em Bonito [132 km de Recife], o clima é tenso, uma vez que os trabalhadores correm risco de ser despejados a qualquer momento."
Durante o fim de semana, os sem-terra promoveram mais duas ocupações. Em Lagoa Grande (691 km de Recife), cerca de 300 famílias invadiram a fazenda Pontal de Lima. Segundo a assessoria do MST, a propriedade, de 900 hectares, é improdutiva.
Em Pombos (58 km da capital pernambucana), 50 famílias invadiram as terras da Usina Nossa Senhora do Carmo. O terreno de 400 hectares também é improdutivo, segundo o movimento.
De acordo com o MST, as invasões vão prosseguir até o dia 17, para pressionar o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) a agilizar a desapropriação de terras.
Os trabalhadores rurais do acampamento Chico Mendes, em São Lourenço da Mata, região metropolitana de Recife, promovem hoje uma feira de produtos orgânicos às margens da rodovia PE-408. A idéia é mostrar que, com a posse da terra, é possível sobreviver e gerar emprego e renda.
Com Agência Brasil
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da Folha OnlineO coordenador do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) em Pernambuco, Jaime Amorim, vai apresentar uma denúncia nesta segunda-feira à Promotoria Agrária de que 150 famílias de agricultores ligadas ao movimento estão sendo ameaçadas de expulsão da fazenda Jardim Jatobá, em Pesqueira (228 km de Recife).
Na última sexta-feira, as famílias tomaram, pela quarta vez, a propriedade de 3.000 hectares. De acordo com Amorim, a medida tem o objetivo de garantir a segurança dos trabalhadores rurais, já que na propriedade existem milícias armadas. "Tanto lá como na fazenda Uberaba, em Bonito [132 km de Recife], o clima é tenso, uma vez que os trabalhadores correm risco de ser despejados a qualquer momento."
Durante o fim de semana, os sem-terra promoveram mais duas ocupações. Em Lagoa Grande (691 km de Recife), cerca de 300 famílias invadiram a fazenda Pontal de Lima. Segundo a assessoria do MST, a propriedade, de 900 hectares, é improdutiva.
Em Pombos (58 km da capital pernambucana), 50 famílias invadiram as terras da Usina Nossa Senhora do Carmo. O terreno de 400 hectares também é improdutivo, segundo o movimento.
De acordo com o MST, as invasões vão prosseguir até o dia 17, para pressionar o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) a agilizar a desapropriação de terras.
Os trabalhadores rurais do acampamento Chico Mendes, em São Lourenço da Mata, região metropolitana de Recife, promovem hoje uma feira de produtos orgânicos às margens da rodovia PE-408. A idéia é mostrar que, com a posse da terra, é possível sobreviver e gerar emprego e renda.
Com Agência Brasil
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