19/10/2006
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12h03
FELIPE NEVES
da Folha Online
O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, tentou minimizar nesta quinta-feira a estratégia do PT de alertar o eleitor sobre o risco de uma eventual vitória tucana sobre as privatizações de empresas estatais, como a Petrobras e o Banco do Brasil. Para Alckmin, esse discurso é mentiroso e não deve afetar a eleição.
"Nós embarcamos nesse debate não pelo mérito, mas pela mentira", disse o candidato, que participa de sabatina promovida pela Folha de S.Paulo. "Nem acredito que isso tenha tanto impacto."
Alckmin participa da sabatina da Folha com os presidenciáveis, no Teatro Folha. Ontem, a Folha sabatinou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio da Alvorada --atendendo a uma prerrogativa da Presidência da República.
Pesquisa Datafolha mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre à reeleição pelo PT, tem 19 pontos percentuais de vantagem sobre Alckmin. A diferença era de sete pontos quando começou a campanha do segundo turno --momento em que o PT adotou o discurso da privatização.
Questionado sobre sua posição "filosófica" em relação ao tema, Alckmin respondeu que privatizar o BB e a Petrobras não é sua prioridade. Disse ainda que o setor financeiro "não é suscetível de privatização".
O tucano disse que pretende dar continuidade às PPPs (Parcerias Público-Privadas). Segundo ele, a primeira que saiu do papel é do Estado de São Paulo e prevê a construção de uma linha de metrô. "Vou trazer a iniciativa para trabalhar em parceria", afirmou.
Alckmin está sendo sabatinado por Clóvis Rossi e Mônica Bergamo, colunistas da Folha, Fernando de Barros e Silva, editor de Brasil, e Renata Lo Prete (editora do "Painel").
Durante a sabatina, prevista para acabar às 13h, Alckmin vai responder às perguntas dos sabatinadores e, depois, às questões da platéia. A TV UOL vai transmitir o encontro ao vivo.
Coordenadores de campanha
Na segunda-feira, a Folha promoverá, às 11h, um debate entre o coordenador da campanha de Lula, Marco Aurélio Garcia, e o coordenador da campanha de Alckmin, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE).
A mediação do evento será de Vinicius Mota, editor de Opinião, e Vinicius Torres Freire, colunista do jornal.
O encontro será realizado no auditório da Folha (al. Barão de Limeira, 425, 9º andar, Campos Elíseos, São Paulo) e é aberto ao público. Os interessados em assistir ao debate podem se inscrever até amanhã, das 14h às 19h, pelo telefone 0/xx/11/3224-3698 ou pelo e-mail eventofolha@folhasp.com.br. É preciso informar nome, telefone e número da carteira de identidade. O evento será transmitido ao vivo pela TV UOL.
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EPAMINONDAS NETOFELIPE NEVES
da Folha Online
O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, tentou minimizar nesta quinta-feira a estratégia do PT de alertar o eleitor sobre o risco de uma eventual vitória tucana sobre as privatizações de empresas estatais, como a Petrobras e o Banco do Brasil. Para Alckmin, esse discurso é mentiroso e não deve afetar a eleição.
"Nós embarcamos nesse debate não pelo mérito, mas pela mentira", disse o candidato, que participa de sabatina promovida pela Folha de S.Paulo. "Nem acredito que isso tenha tanto impacto."
Alckmin participa da sabatina da Folha com os presidenciáveis, no Teatro Folha. Ontem, a Folha sabatinou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio da Alvorada --atendendo a uma prerrogativa da Presidência da República.
Pesquisa Datafolha mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre à reeleição pelo PT, tem 19 pontos percentuais de vantagem sobre Alckmin. A diferença era de sete pontos quando começou a campanha do segundo turno --momento em que o PT adotou o discurso da privatização.
Questionado sobre sua posição "filosófica" em relação ao tema, Alckmin respondeu que privatizar o BB e a Petrobras não é sua prioridade. Disse ainda que o setor financeiro "não é suscetível de privatização".
O tucano disse que pretende dar continuidade às PPPs (Parcerias Público-Privadas). Segundo ele, a primeira que saiu do papel é do Estado de São Paulo e prevê a construção de uma linha de metrô. "Vou trazer a iniciativa para trabalhar em parceria", afirmou.
Alckmin está sendo sabatinado por Clóvis Rossi e Mônica Bergamo, colunistas da Folha, Fernando de Barros e Silva, editor de Brasil, e Renata Lo Prete (editora do "Painel").
Durante a sabatina, prevista para acabar às 13h, Alckmin vai responder às perguntas dos sabatinadores e, depois, às questões da platéia. A TV UOL vai transmitir o encontro ao vivo.
Coordenadores de campanha
Na segunda-feira, a Folha promoverá, às 11h, um debate entre o coordenador da campanha de Lula, Marco Aurélio Garcia, e o coordenador da campanha de Alckmin, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE).
A mediação do evento será de Vinicius Mota, editor de Opinião, e Vinicius Torres Freire, colunista do jornal.
O encontro será realizado no auditório da Folha (al. Barão de Limeira, 425, 9º andar, Campos Elíseos, São Paulo) e é aberto ao público. Os interessados em assistir ao debate podem se inscrever até amanhã, das 14h às 19h, pelo telefone 0/xx/11/3224-3698 ou pelo e-mail eventofolha@folhasp.com.br. É preciso informar nome, telefone e número da carteira de identidade. O evento será transmitido ao vivo pela TV UOL.
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