21/12/2006
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21h35
da Agência Folha
O governador eleito de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB), anunciou dez dos dezessete nomes que irão compor seu secretariado a partir de 1º de janeiro de 2007. Para a Secretaria da Fazenda, pasta responsável pela arrecadação tributária do Estado, o governador indicou a irmã, a advogada tributarista Maria Fernanda Vilela.
Questionada se a sua indicação para a pasta poderia ser vista como um caso de nepotismo, a advogada respondeu à Folha, por e-mail, que atua há 20 anos como advogada para diversas indústrias do país e do Estado e que foi por quatro anos diretora superintendente do Sebrae-AL.
Ela disse que "para os de fora pode parecer nepotismo", mas afirmou que, "para os alagoanos", "a Maria Fernanda Vilela escolhida para ser a secretária da Fazenda não se confunde com a irmã do governador".
Sobre a situação financeira do Estado, a secretária indicada disse que o quadro é preocupante e que os números iniciais demonstram possibilidade de déficit nas contas. Mas afirmou que só depois de assumir a pasta poderá falar sobre a situação real.
Segundo prestação de contas do governador eleito publicada no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a advogada doou R$ 290 mil para a campanha do irmão.
Segundo a assessoria de Vilela Filho, o governador viajou para Portugal nesta quarta-feira, logo depois de anunciar parte do secretariado.
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Especial
Leia o que já foi publicado sobre Teotonio Vilela Filho
Governador eleito de AL indica irmã para Secretaria da Fazenda
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SÍLVIA FREIRE da Agência Folha
O governador eleito de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB), anunciou dez dos dezessete nomes que irão compor seu secretariado a partir de 1º de janeiro de 2007. Para a Secretaria da Fazenda, pasta responsável pela arrecadação tributária do Estado, o governador indicou a irmã, a advogada tributarista Maria Fernanda Vilela.
Questionada se a sua indicação para a pasta poderia ser vista como um caso de nepotismo, a advogada respondeu à Folha, por e-mail, que atua há 20 anos como advogada para diversas indústrias do país e do Estado e que foi por quatro anos diretora superintendente do Sebrae-AL.
Ela disse que "para os de fora pode parecer nepotismo", mas afirmou que, "para os alagoanos", "a Maria Fernanda Vilela escolhida para ser a secretária da Fazenda não se confunde com a irmã do governador".
Sobre a situação financeira do Estado, a secretária indicada disse que o quadro é preocupante e que os números iniciais demonstram possibilidade de déficit nas contas. Mas afirmou que só depois de assumir a pasta poderá falar sobre a situação real.
Segundo prestação de contas do governador eleito publicada no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a advogada doou R$ 290 mil para a campanha do irmão.
Segundo a assessoria de Vilela Filho, o governador viajou para Portugal nesta quarta-feira, logo depois de anunciar parte do secretariado.
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