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17/12/2007 - 09h09

Confira cinco curiosidades sobre o sorvete Chicabon

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da Revista da Folha

1 - O picolé mais famoso do Brasil, que completa 65 anos, foi o primeiro do país e o segundo sorvete a ser lançado pela Kibon, em 1942, logo depois do Eski-bon. O sorvete no palito mantém até hoje a mesma fórmula, que o diferencia do mero sorvete de chocolate: além do leite e do chocolate, leva malte.

2 - A fórmula de sucesso era um negócio da China. Antes de chegar por aqui, o picolé já era fabricado pela empresa americana U.S. Harkson no país oriental. Diante da ameaça de guerra entre China e Japão, o dono decidiu fugir com a empresa para o Rio de Janeiro. Por aqui, a Harkson virou Sorvex e, depois, Kibon. A composição foi alterada para se adaptar ao paladar mais doce dos brasileiros.

3 - Além do sucesso nas padocas e botecos de esquina, o picolé foi eternizado nos textos do dramaturgo Nelson Rodrigues, que dizia que "é preciso alma até para chupar um Chicabon" e que "sem sorte não se chupa nem um Chicabon. Você pode engasgar com o palito ou ser atropelado pela carrocinha".

4 - A origem do nome da guloseima é controversa. A versão oficial diz que Chicabon é uma homenagem carinhosa às tantas mulatas cariocas chamadas Francisca (ou Chica), nome comum na época. Outra, mais romântica, conta que um americano da empresa caiu de amores por uma negra chamada Francisca e decidiu declarar o seu amor no nome do picolé.

5 - Nos anos 40, a foto da garota-propaganda Eleonora Fuchs, de 19 anos, ilustrava os pôsteres do então Chica-bon, com os dizeres "sorvete formidável" e o valor de CR$ 1,50. Eleonora recebeu críticas pela frente única decotada que usava na foto e largou os trabalhos de modelo para casar. Ainda assim, não se livrou do "carma" do sorvete: é chamada de miss Chicabon até hoje, aos 79 anos.

 

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