12/04/2006
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10h11
da Folha Online, no Rio
Quanto mais escolarizada, a mulher opta por ter menos filhos. A conclusão consta da Síntese de Indicadores Sociais divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A relação entre escolaridade e fecundidade vale tanto para mulheres brancas como negras.
Mesmo assim, a fecundidade é menor entre mulheres brancas do que entre as de cor negra em todas as regiões do país.
Em 2004, mulheres em idade fértil --15 a 49 anos-- com baixo nível de instrução escolar, o que significa até três anos de estudo, tinham em média 3,9 filhos. Já para as mulheres com oito anos ou mais de estudo a taxa de fecundidade caía para 1,5 filho.
Entre mulheres que recebiam mais de cinco salários-mínimos, por exemplo, e tinham até três anos de estudo, a média era de 4,3 filhos. Já entre mulheres com a mesma faixa de renda, mas com oito anos ou mais de estudo essa média caía para 1,4 filho.
Segundo o IBGE, em 2004, a probabilidade de uma mulher com oito anos ou mais de estudo, já com dois filhos, vir a ter o terceiro era de pouco mais de 50%. Para as mulheres com com até três anos de estudo era de 90%.
Em 2004, a diferença entre a fecundidade das mulheres menos instruídas das regiões Norte e Nordeste e as mais escolarizadas das regiões Sul e Sudeste era de mais de três filhos.
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Mulher mais escolarizada tem menos filhos, diz IBGE
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CLARICE SPITZda Folha Online, no Rio
Quanto mais escolarizada, a mulher opta por ter menos filhos. A conclusão consta da Síntese de Indicadores Sociais divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A relação entre escolaridade e fecundidade vale tanto para mulheres brancas como negras.
Mesmo assim, a fecundidade é menor entre mulheres brancas do que entre as de cor negra em todas as regiões do país.
Em 2004, mulheres em idade fértil --15 a 49 anos-- com baixo nível de instrução escolar, o que significa até três anos de estudo, tinham em média 3,9 filhos. Já para as mulheres com oito anos ou mais de estudo a taxa de fecundidade caía para 1,5 filho.
Entre mulheres que recebiam mais de cinco salários-mínimos, por exemplo, e tinham até três anos de estudo, a média era de 4,3 filhos. Já entre mulheres com a mesma faixa de renda, mas com oito anos ou mais de estudo essa média caía para 1,4 filho.
Segundo o IBGE, em 2004, a probabilidade de uma mulher com oito anos ou mais de estudo, já com dois filhos, vir a ter o terceiro era de pouco mais de 50%. Para as mulheres com com até três anos de estudo era de 90%.
Em 2004, a diferença entre a fecundidade das mulheres menos instruídas das regiões Norte e Nordeste e as mais escolarizadas das regiões Sul e Sudeste era de mais de três filhos.
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