08/11/2006
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12h56
Médicos residentes iniciaram uma greve nacional nesta quarta-feira para reivindicar reajuste da bolsa que recebem dos governos federal e estadual. Em São Paulo, os residentes fazem uma manifestação na avenida Enéas Carvalho de Aguiar, em frente ao HC (Hospital das Clínicas), desde as 11h.
De acordo com o CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o protesto não interfere no trânsito da região. Os manifestantes ocuparam o canteiro central da via.
Segundo a assessoria de imprensa do HC, 800 residentes trabalham no local, mas a greve ainda não afeta o atendimento.
O protesto reúne cerca de 50 pessoas. De acordo com a Ameresp (Associação dos Médicos Residentes do Estado de São Paulo), eles garantirão um "plantão mínimo de atendimento" de emergências durante a paralisação, para que a população não seja prejudicada.
Os residentes querem o reajuste de 53,7% do piso de R$ 1.470 da bolsa. Segundo eles, o valor corresponde à inflação acumulada desde 2002, quando ocorreu o último reajuste.
Os residentes pedem também uma fiscalização mais rígida da carga horária de trabalho, que, de acordo com a associação, não é respeitada.
Ainda nesta quarta, os manifestantes querem se reunir com o secretário estadual da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.
Em Campinas (95 km a noroeste de São Paulo), de acordo com a Ameresp, a manifestação em frente à Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) concentra 800 residentes e estudantes de Medicina. Em Ribeirão Preto (314 km a norte de São Paulo), o HC conta com 530 médicos residentes.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre médicos residentes
Médicos residentes entram em greve e fazem manifestação em SP
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da Folha OnlineMédicos residentes iniciaram uma greve nacional nesta quarta-feira para reivindicar reajuste da bolsa que recebem dos governos federal e estadual. Em São Paulo, os residentes fazem uma manifestação na avenida Enéas Carvalho de Aguiar, em frente ao HC (Hospital das Clínicas), desde as 11h.
De acordo com o CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o protesto não interfere no trânsito da região. Os manifestantes ocuparam o canteiro central da via.
Segundo a assessoria de imprensa do HC, 800 residentes trabalham no local, mas a greve ainda não afeta o atendimento.
O protesto reúne cerca de 50 pessoas. De acordo com a Ameresp (Associação dos Médicos Residentes do Estado de São Paulo), eles garantirão um "plantão mínimo de atendimento" de emergências durante a paralisação, para que a população não seja prejudicada.
Os residentes querem o reajuste de 53,7% do piso de R$ 1.470 da bolsa. Segundo eles, o valor corresponde à inflação acumulada desde 2002, quando ocorreu o último reajuste.
Os residentes pedem também uma fiscalização mais rígida da carga horária de trabalho, que, de acordo com a associação, não é respeitada.
Ainda nesta quarta, os manifestantes querem se reunir com o secretário estadual da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata.
Em Campinas (95 km a noroeste de São Paulo), de acordo com a Ameresp, a manifestação em frente à Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) concentra 800 residentes e estudantes de Medicina. Em Ribeirão Preto (314 km a norte de São Paulo), o HC conta com 530 médicos residentes.
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