14/11/2006
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17h25
A Associação dos Médicos Residentes do Estado encerrou às 17h a manifestação da categoria em frente ao Teatro Municipal, no centro de São Paulo. De acordo com a Polícia Militar, participaram do ato 200 pessoas. Já a organização informou que cerca de 500 médicos residentes participaram da manifestação.
Os manifestantes se reuniram na praça da Sé, em frente a catedral, às 13h, como parte da greve nacional dos médicos residentes, que atinge o país desde o último dia 8. Os grevistas exigem reajuste na bolsa sem que haja redução nas vagas para residência.
Segundo a médica residente Alena Marruaz, diretora da associação, os manifestantes foram até o Municipal para "fazer mais contato com a população da cidade".
"O centro é uma região simbólica da cidade. Muitas manifestações importantes acontecem aqui. Por isso decidimos fazer esse trajeto, entrar em contato com a população", disse Alena.
Segundo a associação, dos cerca de 17 mil médicos residentes do país, aproximadamente 80% aderiram à greve. A paralisação atinge 19 Estados. Em São Paulo, a greve tem adesão de cerca de 6.000 médicos, mais de 85% do total, segundo a associação.
Além da manifestação, os residentes deram orientações a população sobre diabetes e hipertensão arterial, no Dia Mundial do Diabetes.
De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a manifestação não atrapalhou o trânsito na região central porque os manifestantes seguiram pela calçada. A Polícia Militar não registrou incidentes.
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Médicos residentes encerram manifestação no centro de São Paulo
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da Folha OnlineA Associação dos Médicos Residentes do Estado encerrou às 17h a manifestação da categoria em frente ao Teatro Municipal, no centro de São Paulo. De acordo com a Polícia Militar, participaram do ato 200 pessoas. Já a organização informou que cerca de 500 médicos residentes participaram da manifestação.
Os manifestantes se reuniram na praça da Sé, em frente a catedral, às 13h, como parte da greve nacional dos médicos residentes, que atinge o país desde o último dia 8. Os grevistas exigem reajuste na bolsa sem que haja redução nas vagas para residência.
Segundo a médica residente Alena Marruaz, diretora da associação, os manifestantes foram até o Municipal para "fazer mais contato com a população da cidade".
"O centro é uma região simbólica da cidade. Muitas manifestações importantes acontecem aqui. Por isso decidimos fazer esse trajeto, entrar em contato com a população", disse Alena.
Segundo a associação, dos cerca de 17 mil médicos residentes do país, aproximadamente 80% aderiram à greve. A paralisação atinge 19 Estados. Em São Paulo, a greve tem adesão de cerca de 6.000 médicos, mais de 85% do total, segundo a associação.
Além da manifestação, os residentes deram orientações a população sobre diabetes e hipertensão arterial, no Dia Mundial do Diabetes.
De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), a manifestação não atrapalhou o trânsito na região central porque os manifestantes seguiram pela calçada. A Polícia Militar não registrou incidentes.
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