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22/11/2006
-
11h21
da Folha Online
O atlas com o perfil socioeconômico da região metropolitana de São Paulo que será lançado no próximo dia 24 pelo governo estadual mostrará que, em favelas, a taxa de natalidade é maior que a média, conforme adiantou a colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo na edição desta quarta-feira.
De acordo com o levantamento, a taxa de natalidade média na Grande São Paulo é de 1,65 filho por mulher, enquanto nas favelas o número chega a 5,21. No total, há 2.979 favelas na região, e 1,8 milhão de pessoas morando em barracos.
O perfil revela ainda que a cidade de São Paulo, que ocupa um milésimo do território nacional, concentra 26% do PIB. "Na região metropolitana, a renda per capita de Santana do Parnaíba, onde fica Alphaville, por exemplo, é de US$ 15 mil/ano, enquanto a de Ferraz de Vasconcelos, de US$ 300/ano", afirma Bergamo em sua coluna.
O governador Cláudio Lembo afirma que o atlas registrará avanços no Estado. "O Brasil está sempre melhorando, pois as coisas já são tão ruins que piorar é impossível", disse, ainda de acordo com a colunista.
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Atlas aponta natalidade maior que a média em favelas da Grande SP
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O atlas com o perfil socioeconômico da região metropolitana de São Paulo que será lançado no próximo dia 24 pelo governo estadual mostrará que, em favelas, a taxa de natalidade é maior que a média, conforme adiantou a colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo na edição desta quarta-feira.
De acordo com o levantamento, a taxa de natalidade média na Grande São Paulo é de 1,65 filho por mulher, enquanto nas favelas o número chega a 5,21. No total, há 2.979 favelas na região, e 1,8 milhão de pessoas morando em barracos.
O perfil revela ainda que a cidade de São Paulo, que ocupa um milésimo do território nacional, concentra 26% do PIB. "Na região metropolitana, a renda per capita de Santana do Parnaíba, onde fica Alphaville, por exemplo, é de US$ 15 mil/ano, enquanto a de Ferraz de Vasconcelos, de US$ 300/ano", afirma Bergamo em sua coluna.
O governador Cláudio Lembo afirma que o atlas registrará avanços no Estado. "O Brasil está sempre melhorando, pois as coisas já são tão ruins que piorar é impossível", disse, ainda de acordo com a colunista.
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