23/11/2006
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12h58
Um rapaz foi detido nesta quinta-feira sob suspeita de envolvimento na tentativa de assalto que resultou na morte de Ana Cristina Johannpeter, 58, na noite de ontem. Ela é ex-mulher de Germano Gerdau Johannpeter, irmão do presidente do grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter. O grupo é um dos 15 maiores conglomerados siderúrgicos do mundo.
Segundo informações da 14ª Delegacia, no Leblon (zona sul), o jovem --que aparenta ser menor de idade-- foi encaminhado para depoimento. Ele teria 17 anos.
Ana Cristina dirigia um veículo quando foi abordada por volta das 20h de quarta (22), na esquina das ruas Afrânio de Mello Franco e General San Martin. Ainda não há confirmação se ela expressou algum tipo de reação.
Baleada na cabeça, a vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu ao ferimento.
Os criminosos ocupavam duas bicicletas, segundo relatos de testemunhas à polícia. Pela manhã, policiais ouvidos pela reportagem afirmaram que dois suspeitos já haviam sido identificados.
A filha de Ana Cristina, de 21 anos, também estava no carro. Ela nada sofreu. Ainda emocionalmente abalada, a jovem deverá prestar depoimento formal à polícia nos próximos dias.
Com Folha de S.Paulo, no Rio
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da Folha OnlineUm rapaz foi detido nesta quinta-feira sob suspeita de envolvimento na tentativa de assalto que resultou na morte de Ana Cristina Johannpeter, 58, na noite de ontem. Ela é ex-mulher de Germano Gerdau Johannpeter, irmão do presidente do grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter. O grupo é um dos 15 maiores conglomerados siderúrgicos do mundo.
Segundo informações da 14ª Delegacia, no Leblon (zona sul), o jovem --que aparenta ser menor de idade-- foi encaminhado para depoimento. Ele teria 17 anos.
Ana Cristina dirigia um veículo quando foi abordada por volta das 20h de quarta (22), na esquina das ruas Afrânio de Mello Franco e General San Martin. Ainda não há confirmação se ela expressou algum tipo de reação.
Baleada na cabeça, a vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu ao ferimento.
Os criminosos ocupavam duas bicicletas, segundo relatos de testemunhas à polícia. Pela manhã, policiais ouvidos pela reportagem afirmaram que dois suspeitos já haviam sido identificados.
A filha de Ana Cristina, de 21 anos, também estava no carro. Ela nada sofreu. Ainda emocionalmente abalada, a jovem deverá prestar depoimento formal à polícia nos próximos dias.
Com Folha de S.Paulo, no Rio
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