20/03/2007
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18h44
São Paulo pode enfrentar uma greve no setor de limpeza urbana a partir de sexta-feira (23). De acordo com o Siemaco (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana), as empresas interromperam as negociações pelo reajuste na segunda-feira (19), o que levou a categoria a convocar a greve.
Na noite de quinta-feira (22), o Siemaco fará uma assembléia para propor a paralisação imediata aos coletores, garis e motoristas das empresas de limpeza urbana.
A categoria quer um reajuste de acordo com a inflação e mais 12% de aumento. A data-base das categorias é 1º de março, com previsão de recebimento dos novos salários em abril.
De acordo com o Siemaco, as empresas alegaram dificuldade financeira por conta de inadimplência da prefeitura.
A Secretaria Municipal de Serviços nega a inadimplência e afirmou que está acompanhando as negociações entre o Siemaco e as empresas. De acordo com a secretaria, as empresas de coleta de lixo recebem da prefeitura mensalmente R$ 36 milhões e as responsáveis pela varrição a quantia de R$ 22 milhões.
A Folha Online procurou o Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo), no entanto, ninguém atendeu aos telefonemas.
Especial
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Funcionários da limpeza urbana ameaçam greve em São Paulo
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da Folha OnlineSão Paulo pode enfrentar uma greve no setor de limpeza urbana a partir de sexta-feira (23). De acordo com o Siemaco (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana), as empresas interromperam as negociações pelo reajuste na segunda-feira (19), o que levou a categoria a convocar a greve.
Na noite de quinta-feira (22), o Siemaco fará uma assembléia para propor a paralisação imediata aos coletores, garis e motoristas das empresas de limpeza urbana.
A categoria quer um reajuste de acordo com a inflação e mais 12% de aumento. A data-base das categorias é 1º de março, com previsão de recebimento dos novos salários em abril.
De acordo com o Siemaco, as empresas alegaram dificuldade financeira por conta de inadimplência da prefeitura.
A Secretaria Municipal de Serviços nega a inadimplência e afirmou que está acompanhando as negociações entre o Siemaco e as empresas. De acordo com a secretaria, as empresas de coleta de lixo recebem da prefeitura mensalmente R$ 36 milhões e as responsáveis pela varrição a quantia de R$ 22 milhões.
A Folha Online procurou o Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo), no entanto, ninguém atendeu aos telefonemas.
Especial

