04/05/2007
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08h25
A Merck Sharp & Dohme informou ontem à tarde, por meio de sua assessoria de imprensa, estar "surpresa" e "decepcionada" com a intenção do governo Lula de quebrar a patente do medicamento Efavirenz.
Segundo a assessoria, a empresa disse que havia solicitado prazo até a sexta-feira passada, dia 27 de abril, para fazer a contraproposta, que dependia de aprovação da sede, nos Estados Unidos. Porém, diz ter sido avisada da intenção do governo na terça-feira anterior, dia 24.
Segundo a empresa, o desconto oferecido de 30% atende ao interesse brasileiro porque leva em conta a ampliação do programa de atendimento público universal de pacientes de Aids, além de critérios estabelecidos pela ONU em 2001, como a taxa de prevalência da doença e IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
"Esses critérios são problema deles, não do governo brasileiro", rebateu ontem o ministro da Saúde.
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da Folha de S.Paulo, em BrasíliaA Merck Sharp & Dohme informou ontem à tarde, por meio de sua assessoria de imprensa, estar "surpresa" e "decepcionada" com a intenção do governo Lula de quebrar a patente do medicamento Efavirenz.
Segundo a assessoria, a empresa disse que havia solicitado prazo até a sexta-feira passada, dia 27 de abril, para fazer a contraproposta, que dependia de aprovação da sede, nos Estados Unidos. Porém, diz ter sido avisada da intenção do governo na terça-feira anterior, dia 24.
Segundo a empresa, o desconto oferecido de 30% atende ao interesse brasileiro porque leva em conta a ampliação do programa de atendimento público universal de pacientes de Aids, além de critérios estabelecidos pela ONU em 2001, como a taxa de prevalência da doença e IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
"Esses critérios são problema deles, não do governo brasileiro", rebateu ontem o ministro da Saúde.
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