16/05/2007
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16h47
O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro denunciou, por homicídio culposo, os organizadores de uma festa rave que resultou na morte de uma garota de 18 anos, no dia 29 de março de 2003, em Petrópolis.
A denúncia da promotoria aponta a negligência de dois rapazes na organização da festa rave, com duração de 24 horas, sem alvarás e sem a presença de ambulância. A festa aconteceu na estrada da Cachoeira, no distrito de Araras.
De acordo com o Ministério Público, o inquérito policial constatou que houve consumo excessivo de entorpecentes durante o evento. A garota de 18 anos morreu de overdose causada por ingestão de elevadas doses de LSD e aspiração de lança-perfume --substância conhecida como "cheirinho da loló"--, conforme consta do boletim de atendimento médico.
A promotora de Justiça Maria de Lourdes Féo Polonio, da Promotoria de Investigação Penal de Petrópolis, pediu a prisão preventiva dos denunciados, alegando que a conduta deles na ocasião teve "grau de negligência gravíssimo, que colocou em risco a vida e a integridade física de cerca de duzentos jovens que compareceram ao fatídico evento".
De acordo com o Ministério Público, a 1ª Vara Criminal de Petrópolis ainda não se manifestou sobre a denúncia.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre raves
Ministério Público do Rio denuncia por homicídio organizadores de rave
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da Folha OnlineO Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro denunciou, por homicídio culposo, os organizadores de uma festa rave que resultou na morte de uma garota de 18 anos, no dia 29 de março de 2003, em Petrópolis.
A denúncia da promotoria aponta a negligência de dois rapazes na organização da festa rave, com duração de 24 horas, sem alvarás e sem a presença de ambulância. A festa aconteceu na estrada da Cachoeira, no distrito de Araras.
De acordo com o Ministério Público, o inquérito policial constatou que houve consumo excessivo de entorpecentes durante o evento. A garota de 18 anos morreu de overdose causada por ingestão de elevadas doses de LSD e aspiração de lança-perfume --substância conhecida como "cheirinho da loló"--, conforme consta do boletim de atendimento médico.
A promotora de Justiça Maria de Lourdes Féo Polonio, da Promotoria de Investigação Penal de Petrópolis, pediu a prisão preventiva dos denunciados, alegando que a conduta deles na ocasião teve "grau de negligência gravíssimo, que colocou em risco a vida e a integridade física de cerca de duzentos jovens que compareceram ao fatídico evento".
De acordo com o Ministério Público, a 1ª Vara Criminal de Petrópolis ainda não se manifestou sobre a denúncia.
Especial


