Doações e leis de incentivo à cultura "financiaram" obra na catedral
LÍVIA MARRAda Folha Online
A reabertura hoje da catedral da Sé, no centro de São Paulo, não significa o fim das obras de recuperação. Primeiro foram feitos serviços emergenciais, depois de restauração. Uma outra etapa do projeto prevê um projeto museológico, com visitação pública.
Esta primeira etapa dos trabalhos, já concluída, consumiu R$ 19,5 milhões. Cerca de R$ 16 milhões foram captados por meio de leis de incentivo à cultura. O restante é arrecadado por doações, principalmente de empresários.
Segundo Dom Cláudio Hummes, cardeal-arcebispo de São Paulo, ainda faltam aproximadamente R$ 2,8 milhões.
Uma campanha de contribuição por depósito bancário foi lançada em agosto.
A segunda etapa das obras ainda não tem data para ser concluída. Ainda depende de estudos e orçamentos.
A meta, no entanto, é conjugar a catedral a um museu, como já existe em templos religiosos ao redor do mundo.
Com o projeto, o visitante poderá ter acesso a um acervo histórico, arquitetônico e cultural da catedral, além de uma visão da cidade, com roteiros internos e externos, pelas torres.
Leia mais:
E veja também:

