19/04/2006
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20h02
O corte de 0,75 ponto percentual nos juros, de 16,5% para 15,75%, anunciado hoje pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, "ainda é tímido e insuficiente para animar o setor produtivo". A afirmação é do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"O desempenho pífio da economia, que tem registrado índices medíocres, é resultado de uma política econômica equivocada que mantém os juros em patamares proibitivos para o setor produtivo e da falta de uma agenda voltada para o desenvolvimento que privilegie a produção e a geração de novos postos de trabalho. Estamos vivenciando um governo que parece que fez pacto com o setor especulativo", afirma em nota.
Paulinho diz ainda que é preciso mudar urgentemente, e de forma sistemática, os rumos da economia. "A inércia do governo em buscar o desenvolvimento, a crise de moralidade do governo com a percepção de corrupção generalizada unidas à alta taxa de juros deterioram de forma assustadora as expectativas dos trabalhadores."
CUT
Já a CUT (Central Única dos Trabalhadores) divulgou em nota que considera "lamentável que o ritmo de queda da taxa básica de juros continue anêmico".
" Copom e o BC fazem ouvidos moucos à insistência da sociedade, que pede uma redução acelerada em nome de maior crescimento econômico. Além de chatos, tornam-se cada vez mais insensíveis aos interesses de quem não vive da ciranda financeira."
CGT
Para o presidente da CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) e do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Antonio Carlos dos Reis, os juros têm que ser uma preocupação primordial do governo.
"Não adianta mudar o ministro da Fazenda por causa dos escândalos e não mudar a política interna do país. A taxa de juros tem que ser uma preocupação primordial do governo. Não adianta apenas substituir as pessoas que se envolvem em escândalos."
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Corte na Selic é insuficiente para animar setor produtivo, dizem sindicatos
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da Folha OnlineO corte de 0,75 ponto percentual nos juros, de 16,5% para 15,75%, anunciado hoje pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, "ainda é tímido e insuficiente para animar o setor produtivo". A afirmação é do presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.
"O desempenho pífio da economia, que tem registrado índices medíocres, é resultado de uma política econômica equivocada que mantém os juros em patamares proibitivos para o setor produtivo e da falta de uma agenda voltada para o desenvolvimento que privilegie a produção e a geração de novos postos de trabalho. Estamos vivenciando um governo que parece que fez pacto com o setor especulativo", afirma em nota.
Paulinho diz ainda que é preciso mudar urgentemente, e de forma sistemática, os rumos da economia. "A inércia do governo em buscar o desenvolvimento, a crise de moralidade do governo com a percepção de corrupção generalizada unidas à alta taxa de juros deterioram de forma assustadora as expectativas dos trabalhadores."
CUT
Já a CUT (Central Única dos Trabalhadores) divulgou em nota que considera "lamentável que o ritmo de queda da taxa básica de juros continue anêmico".
" Copom e o BC fazem ouvidos moucos à insistência da sociedade, que pede uma redução acelerada em nome de maior crescimento econômico. Além de chatos, tornam-se cada vez mais insensíveis aos interesses de quem não vive da ciranda financeira."
CGT
Para o presidente da CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores) e do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo, Antonio Carlos dos Reis, os juros têm que ser uma preocupação primordial do governo.
"Não adianta mudar o ministro da Fazenda por causa dos escândalos e não mudar a política interna do país. A taxa de juros tem que ser uma preocupação primordial do governo. Não adianta apenas substituir as pessoas que se envolvem em escândalos."
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