25/01/2007
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09h12
O PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas em um país) da China registrou um crescimento de 10,7% em 2006, maior desde 1995, quando a expansão foi de 10,9%, segundo resultado preliminar divulgado nesta quinta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas do país.
O PIB chinês ficou em 20,9 trilhões de yuans (US$ 2,69 trilhões), o que deixou a China mais perto de superar a Alemanha como terceira maior economia mundial --cujo PIB em 2006 ficou em 2,3 trilhões de euros (US$ 2,98 trilhões), mas com uma taxa de crescimento (2,5%) muito inferior à chinesa.
Em 2007, o crescimento econômico chinês deverá ser "rápido e estável", disse o comissário do departamento do governo, Xie Fuzhan. Segundo ele, os investimentos no setor imobiliário e em outros dispararam, mas a demanda doméstica ainda cresce em ritmo mais lento.
"Problemas extraordinários ainda existem, como a relação irracional entre investimentos e consumo, desequilíbrio de pagamentos e liquidez excessiva no sistema bancário", disse, segundo a agência de notícias Associated Press.
O governo chinês se vê diante do problema de ter de conter o superaquecimento da economia através de controles que podem ter o efeito colateral de inibir o crescimento do consumo doméstico --como, por exemplo, aumentos na taxa de juros.
No ano passado, o Banco Popular da China (banco central do país) elevou sua taxa de juros duas vezes, em abril e em agosto, em 0,27 ponto percentual em ambas as ocasiões, a fim de "conter a demanda por empréstimos de longo prazo e a expansão muito rápida de investimentos em ativos fixos", segundo comunicado. A taxa do banco hoje está em 6,12%.
Fuzhan disse que os esforços do governo chinês tanto para tentar estimular o consumo doméstico como para conter os investimentos ainda não produziram resultados significativos.
Os investimentos no setor imobiliário cresceram 21,8% no ano passado (0,9 ponto percentual acima do registrado em 2005). As vendas no varejo, por sua vez, cresceram 13,7%, pouco acima do observado um ano antes --mas muito abaixo ainda do ritmo de investimentos.
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da Folha OnlineO PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas em um país) da China registrou um crescimento de 10,7% em 2006, maior desde 1995, quando a expansão foi de 10,9%, segundo resultado preliminar divulgado nesta quinta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas do país.
O PIB chinês ficou em 20,9 trilhões de yuans (US$ 2,69 trilhões), o que deixou a China mais perto de superar a Alemanha como terceira maior economia mundial --cujo PIB em 2006 ficou em 2,3 trilhões de euros (US$ 2,98 trilhões), mas com uma taxa de crescimento (2,5%) muito inferior à chinesa.
Em 2007, o crescimento econômico chinês deverá ser "rápido e estável", disse o comissário do departamento do governo, Xie Fuzhan. Segundo ele, os investimentos no setor imobiliário e em outros dispararam, mas a demanda doméstica ainda cresce em ritmo mais lento.
"Problemas extraordinários ainda existem, como a relação irracional entre investimentos e consumo, desequilíbrio de pagamentos e liquidez excessiva no sistema bancário", disse, segundo a agência de notícias Associated Press.
O governo chinês se vê diante do problema de ter de conter o superaquecimento da economia através de controles que podem ter o efeito colateral de inibir o crescimento do consumo doméstico --como, por exemplo, aumentos na taxa de juros.
No ano passado, o Banco Popular da China (banco central do país) elevou sua taxa de juros duas vezes, em abril e em agosto, em 0,27 ponto percentual em ambas as ocasiões, a fim de "conter a demanda por empréstimos de longo prazo e a expansão muito rápida de investimentos em ativos fixos", segundo comunicado. A taxa do banco hoje está em 6,12%.
Fuzhan disse que os esforços do governo chinês tanto para tentar estimular o consumo doméstico como para conter os investimentos ainda não produziram resultados significativos.
Os investimentos no setor imobiliário cresceram 21,8% no ano passado (0,9 ponto percentual acima do registrado em 2005). As vendas no varejo, por sua vez, cresceram 13,7%, pouco acima do observado um ano antes --mas muito abaixo ainda do ritmo de investimentos.
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