12/05/2004
-
13h07
As operadoras de telefonia fixa consideram o eventual fim da assinatura básica dos serviços como uma "quebra de contrato".
Na semana passada, o presidente da Abrafix (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviço Telefônico Fixo Comutado), Carlos de Paiva Lopes, disse que, se for aprovada a proposta, seria "uma ruptura de contrato".
"Uma medida que aparentemente favorece os consumidores em um primeiro momento, vai certamente manifestar-se contra seus interesses a seguir", disse Paiva Lopes, na ocasião.
Ele afirmou que a assinatura básica garante a disponibilidade e a manutenção da qualidade dos serviços.
Segundo a Abrafix, o Brasil tem hoje uma assinatura mensal média de R$ 22 (sem impostos), enquanto que, nos EUA, paga-se pelo serviço o equivalente a cerca de R$ 76. Nos EUA, no entanto, as ligações locais, independentemente do tempo de duração, não são cobradas como pulso excedente.
Para a Abrafix, o fim da assinatura, caso seja aprovado, vai romper o marco regulatório, abalar a imagem do Brasil e afastar investimentos em infra-estrutura.
A Abrafix argumenta ainda que os custos fixos de uma operadora (que não variam conforme o volume de ligações) correspondem a dois terços do total e argumentou que outras prestadoras de serviços públicos, como as de energia, também cobram valores mínimos para disponibilizar os serviços.
Leia mais
Comissão da Câmara aprova fim da assinatura básica do telefone
Fim da assinatura levaria a aumento de tarifas, diz Anatel
Para associação das teles, fim da assinatura é "quebra de contrato"
Publicidade
da Folha Online, em BrasíliaAs operadoras de telefonia fixa consideram o eventual fim da assinatura básica dos serviços como uma "quebra de contrato".
Na semana passada, o presidente da Abrafix (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviço Telefônico Fixo Comutado), Carlos de Paiva Lopes, disse que, se for aprovada a proposta, seria "uma ruptura de contrato".
"Uma medida que aparentemente favorece os consumidores em um primeiro momento, vai certamente manifestar-se contra seus interesses a seguir", disse Paiva Lopes, na ocasião.
Ele afirmou que a assinatura básica garante a disponibilidade e a manutenção da qualidade dos serviços.
Segundo a Abrafix, o Brasil tem hoje uma assinatura mensal média de R$ 22 (sem impostos), enquanto que, nos EUA, paga-se pelo serviço o equivalente a cerca de R$ 76. Nos EUA, no entanto, as ligações locais, independentemente do tempo de duração, não são cobradas como pulso excedente.
Para a Abrafix, o fim da assinatura, caso seja aprovado, vai romper o marco regulatório, abalar a imagem do Brasil e afastar investimentos em infra-estrutura.
A Abrafix argumenta ainda que os custos fixos de uma operadora (que não variam conforme o volume de ligações) correspondem a dois terços do total e argumentou que outras prestadoras de serviços públicos, como as de energia, também cobram valores mínimos para disponibilizar os serviços.
Leia mais

