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15/10/2004 - 18h28

Greve dos bancários é suspensa em todo o país

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FABIANA FUTEMA
da Folha Online

A greve nacional dos bancários foi suspensa temporariamente em todas as 24 capitais em que o movimento foi realizado. A última capital a encerrar a paralisação foi Florianópolis (SC), onde a greve continuava nesta sexta-feira.

Segundo a CNB-CUT (Confederação Nacional dos Bancários) da CUT, os bancários de Florianópolis aprovaram hoje em assembléia a suspensão do movimento e o retorno ao trabalho a partir de segunda-feira.

Nas demais capitais, os bancários retornaram hoje ao trabalho. Esse é o caso de São Paulo e Rio, por exemplo.

"Esta decisão é mais uma tentativa dos trabalhadores de quebrar a intransigência dos banqueiros e reabrir as negociações", disse Vagner Freitas, presidente da CNB-CUT.

Com a volta ao trabalho, a greve dos bancários --que completou 30 dias ontem-- será suspensa até quarta-feira da próxima semana (20). Neste dia, a categoria realiza uma nova assembléia para definir o rumo do movimento.

A expectativa dos bancários é negociar até lá um acordo com a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). O objetivo é retomar a negociação e evitar o julgamento da greve no TST (Tribunal Superior do Trabalho), marcado para quinta-feira (21).

Os bancários também agendaram um Dia Nacional de Luta para quinta-feira (21), com paralisações e manifestações.

A sugestão de encerrar a paralisação foi tomada pela Executiva Nacional dos Bancários, que se reuniu após as audiências de conciliação no TST. Como não houve acordo, o TST marcou para o dia 21 o julgamento da greve.

A Executiva Nacional dos Bancários teme perder benefícios já adquiridos com o julgamento da greve. "Entendemos que a solução negociada é sempre melhor que o julgamento", disse o negociador dos funcionários do BB e integrante da Executiva, Marcel Barros.

Dias parados

A Fenaban ofereceu para os bancários um reajuste de 8,5% e abono de R$ 30 para quem ganha até R$ 1.500. Os bancários --que inicialmente pediam 25% de aumento-- reivindicam 19%.

Além do índice de reposição, as duas partes precisam chegar a um acordo sobre o pagamento dos dias parados.

"Queremos negociar o pagamento dos dias parados e a não punição dos grevistas", disse o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Edson Carneiro.

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