12/06/2006
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07h00
Editor de Esporte da Folha Online, em Königstein
O técnico da seleção, Carlos Alberto Parreira, disse considerar "muito difícil" o Brasil não chegar à final da Copa-2006 caso consiga atingir um futebol "coletivo".
Segundo o treinador, o esquema do quarteto só vai funcionar com a colaboração de Kaká, Ronaldinho, Adriano e Ronaldo na marcação.
"Se a gente conseguir [a solidariedade entre os jogadores], dificilmente o Brasil não chega a uma final", disse o técnico.
"Eu disse antes que só ia funcionar se a equipe resolvesse trabalhar como um todo. O grande desafio é exatamente esse, fazer com que esse jogadores trabalhem no sentido coletivo, todos se ajudando."
Ouça Parreira falando sobre futebol solidário
A preocupação maior de Parreira é não sobrecarregar a dupla de volantes. "Você não pode terminar só com Emerson e Zé Roberto no meio campo do campo. Não vai ganhar de ninguém, não vai chegar à final mesmo", analisou.
O treinador admitiu que os erros defensivos do coletivo de sábado, quando os reservas bateram os titulares por 3 a 0, não podem se repetir, sob pena de eliminação precoce.
"O treino não foi bom, mas teve coisas boas nos outros treinos. Preocuparia se fosse um jogo, mas não é. Se isso se repetir nos jogos, aí não passa nem da primeira fase", disse.
Parreira, no entanto, ressaltou que o placar do treino não tem importância para ele. "Nunca me preocupei com resultado em treino coletivo. Me parece que foi o único que os reservas ganharam. Não serve para nenhuma referência, a não ser para mostrar coisas que não deverão acontecer durante uma partida."
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Com futebol coletivo, dificilmente Brasil não chega à final, diz Parreira
EDUARDO VIEIRA DA COSTAEditor de Esporte da Folha Online, em Königstein
O técnico da seleção, Carlos Alberto Parreira, disse considerar "muito difícil" o Brasil não chegar à final da Copa-2006 caso consiga atingir um futebol "coletivo".
Segundo o treinador, o esquema do quarteto só vai funcionar com a colaboração de Kaká, Ronaldinho, Adriano e Ronaldo na marcação.
"Se a gente conseguir [a solidariedade entre os jogadores], dificilmente o Brasil não chega a uma final", disse o técnico.
"Eu disse antes que só ia funcionar se a equipe resolvesse trabalhar como um todo. O grande desafio é exatamente esse, fazer com que esse jogadores trabalhem no sentido coletivo, todos se ajudando."
Ouça Parreira falando sobre futebol solidário
A preocupação maior de Parreira é não sobrecarregar a dupla de volantes. "Você não pode terminar só com Emerson e Zé Roberto no meio campo do campo. Não vai ganhar de ninguém, não vai chegar à final mesmo", analisou.
O treinador admitiu que os erros defensivos do coletivo de sábado, quando os reservas bateram os titulares por 3 a 0, não podem se repetir, sob pena de eliminação precoce.
"O treino não foi bom, mas teve coisas boas nos outros treinos. Preocuparia se fosse um jogo, mas não é. Se isso se repetir nos jogos, aí não passa nem da primeira fase", disse.
Parreira, no entanto, ressaltou que o placar do treino não tem importância para ele. "Nunca me preocupei com resultado em treino coletivo. Me parece que foi o único que os reservas ganharam. Não serve para nenhuma referência, a não ser para mostrar coisas que não deverão acontecer durante uma partida."
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