17/05/2007
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10h22
da Folha de S.Paulo, no Rio
Tráfego saturado, longos engarrafamentos. Esta é a avaliação dos principais engenheiros de transporte da cidade sobre o trânsito no Rio no Pan.
Sem a prefeitura e o governo do Estado terem conseguido expandir as redes de transporte de massa, a cidade receberá cerca de 300 mil pessoas a mais sem estar "pronta" para o evento. As competições serão disputadas nas quatro zonas da cidade.
"Sem dúvida que [o Rio] não [está pronto]. O sistema de transportes já apresenta sérias restrições para atender apenas sua população. Imagine incorporando a demanda adicional pelas viagens geradas pelos Jogos", disse o professor Licínio da Silva Portugal, que integra o programa de engenharia de transporte da Coppe (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia) da UFRJ.
"Não dá para dar fazer uma análise porque tecnicamente pouca coisa foi feita na cidade", disse a professora Eva Vider, da Escola Politécnica da UFRJ. Já o professor Paulo César Martins Ribeiro, da Coppe, preferiu classificar como uma "grande incógnita" o funcionamento do trânsito no Rio.
Apesar do cenário conturbado, a Prefeitura do Rio apresentou ontem o planejamento de trânsito. Sem poder contar com novas linhas de metrô e trem, a Secretaria de Transporte anunciou a criação de faixas seletivas nas duas linhas, que funcionarão como corredores exclusivos para credenciados.
O plano estimula torcedores a usar os transportes públicos. Várias ruas serão fechadas. "Acredito que nada vai se tornar pior do que já é", disse o secretário Arolde de Oliveira.
Especial
Leia o que já foi publicado sobre o Pan-2007
Trânsito durante o Pan-2007 já preocupa especialistas
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SÉRGIO RANGELda Folha de S.Paulo, no Rio
Tráfego saturado, longos engarrafamentos. Esta é a avaliação dos principais engenheiros de transporte da cidade sobre o trânsito no Rio no Pan.
Sem a prefeitura e o governo do Estado terem conseguido expandir as redes de transporte de massa, a cidade receberá cerca de 300 mil pessoas a mais sem estar "pronta" para o evento. As competições serão disputadas nas quatro zonas da cidade.
"Sem dúvida que [o Rio] não [está pronto]. O sistema de transportes já apresenta sérias restrições para atender apenas sua população. Imagine incorporando a demanda adicional pelas viagens geradas pelos Jogos", disse o professor Licínio da Silva Portugal, que integra o programa de engenharia de transporte da Coppe (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia) da UFRJ.
"Não dá para dar fazer uma análise porque tecnicamente pouca coisa foi feita na cidade", disse a professora Eva Vider, da Escola Politécnica da UFRJ. Já o professor Paulo César Martins Ribeiro, da Coppe, preferiu classificar como uma "grande incógnita" o funcionamento do trânsito no Rio.
Apesar do cenário conturbado, a Prefeitura do Rio apresentou ontem o planejamento de trânsito. Sem poder contar com novas linhas de metrô e trem, a Secretaria de Transporte anunciou a criação de faixas seletivas nas duas linhas, que funcionarão como corredores exclusivos para credenciados.
O plano estimula torcedores a usar os transportes públicos. Várias ruas serão fechadas. "Acredito que nada vai se tornar pior do que já é", disse o secretário Arolde de Oliveira.
Especial

