03/07/2002
-
20h26
Em sua primeira aparição pública após ter recebido homenagens no Palácio do Planalto, Rivaldo recuou quanto às críticas ao presidente Fernando Henrique Cardoso.
"Tem coisas que a gente fica triste. Falei algumas coisas, mas é bom não comentar mais nada. Em Brasília, não teve problema. Tenho de respeitar o presidente", afirmou Rivaldo.
Após o término da decisão contra a Alemanha, Rivaldo afirmou que "não é só nas horas boas que a seleção necessita das coisas boas do presidente", se referindo ao fato de os atletas terem recebido um telefonema de FHC só depois da conquista do penta, no domingo.
Após descansar na casa da família de sua mulher, Rose, em Mogi Mirim, Rivaldo deu entrevista, na sede da Barros Autopeças, empresa do presidente do Mogi, Wilson de Barros, time que o revelou.
Leia mais: Copa do Mundo-2002
Rivaldo recua e ameniza críticas ao presidente
Publicidade
da Folha CampinasEm sua primeira aparição pública após ter recebido homenagens no Palácio do Planalto, Rivaldo recuou quanto às críticas ao presidente Fernando Henrique Cardoso.
"Tem coisas que a gente fica triste. Falei algumas coisas, mas é bom não comentar mais nada. Em Brasília, não teve problema. Tenho de respeitar o presidente", afirmou Rivaldo.
Após o término da decisão contra a Alemanha, Rivaldo afirmou que "não é só nas horas boas que a seleção necessita das coisas boas do presidente", se referindo ao fato de os atletas terem recebido um telefonema de FHC só depois da conquista do penta, no domingo.
Após descansar na casa da família de sua mulher, Rose, em Mogi Mirim, Rivaldo deu entrevista, na sede da Barros Autopeças, empresa do presidente do Mogi, Wilson de Barros, time que o revelou.
Leia mais: Copa do Mundo-2002


