17/01/2005
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09h04
O cantor Bezerra da Silva morreu nesta segunda-feira no Rio de Janeiro, aos 77 anos. Ele estava internado desde 28 de outubro, com problemas pulmonares, no CTI (Centro de Terapia Intensiva) do Hospital dos Servidores do Estado. À época, ele foi levado para o hospital pelo Corpo de Bombeiros depois de se sentir mal em seu apartamento, no bairro de Copacabana.
Antes disso, o sambista já havia passado por uma internação em setembro, numa clínica privada do Rio, quando foram diagnosticados pneumonia e enfisema pulmonar.
Bezerra teve alta, mas continuou fazendo tratamento em casa, valendo-se de uma estrutura montada por sua mulher, Regina. Com a piora de seu quadro, foi novamente internado.
O sambista foi intérprete de sucessos como "Malandragem Dá um Tempo" e "Malandro É Malandro e Mané É Mané" e admirado por nomes da música pop como Marcelo D2, Barão Vermelho e O Rappa, que costumavam cantar suas músicas em shows. Ele celebrizou o chamado "sambandido", que mistura humor e protesto.
No final de 2001, Bezerra da Silva se tornou evangélico e, segundo sua mulher, se preparava para gravar um disco com músicas religiosas ainda este ano.
O corpo será velado no teatro João Caetano (centro) e o enterro acontecerá no cemitério São João Batista, em Botafogo (zona Sul).
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Bezerra da Silva morre aos 77 anos no Rio
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da Folha OnlineO cantor Bezerra da Silva morreu nesta segunda-feira no Rio de Janeiro, aos 77 anos. Ele estava internado desde 28 de outubro, com problemas pulmonares, no CTI (Centro de Terapia Intensiva) do Hospital dos Servidores do Estado. À época, ele foi levado para o hospital pelo Corpo de Bombeiros depois de se sentir mal em seu apartamento, no bairro de Copacabana.
| Z.Guimarães/Folha Imagem |
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| O cantor Bezerra da Silva |
Bezerra teve alta, mas continuou fazendo tratamento em casa, valendo-se de uma estrutura montada por sua mulher, Regina. Com a piora de seu quadro, foi novamente internado.
O sambista foi intérprete de sucessos como "Malandragem Dá um Tempo" e "Malandro É Malandro e Mané É Mané" e admirado por nomes da música pop como Marcelo D2, Barão Vermelho e O Rappa, que costumavam cantar suas músicas em shows. Ele celebrizou o chamado "sambandido", que mistura humor e protesto.
No final de 2001, Bezerra da Silva se tornou evangélico e, segundo sua mulher, se preparava para gravar um disco com músicas religiosas ainda este ano.
O corpo será velado no teatro João Caetano (centro) e o enterro acontecerá no cemitério São João Batista, em Botafogo (zona Sul).
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