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15/04/2007 - 19h48

"Pool party" com Cirque du Soleil é cancelada em SP

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da Folha Online

Uma megafesta ao ar livre foi cancelada, neste domingo, em São Paulo. A Brazilian Pool Party pretendia reunir cerca de 5.000 pessoas no sítio São Paulo Ecológico, em Santana de Parnaíba (40 km de São Paulo), das 10h às 24h.

A organização chegou a divulgar que mais de mil ingressos foram vendidos. Além de DJs conhecidos na cena, como Mauro Borges, Robson Mouse e Ricardo Motta, a festa teria uma performance com dez artistas do Cirque du Soleil.

A balada chegou a registrar 30 reservas para o transporte por helicóptero (R$ 500 por pessoa).

"É com profundo descontentamento que a Euro Music informa que a Brazilian Pool Party - Tour Mediterrani foi impossibilitada de acontecer hoje", informa nota dos organizadores.

Eles dizem que, após "exaustivas" negociações, receberam a notícia de que "a cidade não poderá sediar nenhum evento até o dia 29/4/2007".

"Devido à extrema proximidade da decisão das autoridades locais com o horário de início da festa não houve outra alternativa senão o cancelamento das atividades previstas", cita o comunicado.

Os organizadores informam ainda que a festa foi remarcada para o próximo dia 29. "Todos os convites já vendidos permanecem válidos para a nova data", diz a nota dos organizadores.

Pelo Código de Defesa do Consumidor, quem pagou por um serviço não-prestado na data combinada tem o direito de cobrar ressarcimento.

Não é a primeira vez que uma festa é cancelada ou remarcada em cima da hora, causando transtornos para quem se programou. No Carnaval, por falta de alvará, a Carnaval Basfond, promovido pelo empresário Sergio Kalil, foi obrigada a mudar de local, na última hora.

No ano passado, na última hora, o festival de música Motomix sofreu para garantir a realização de shows no Espaço das Américas, na Barra Funda, sendo obrigado a recorrer à Justiça. A prefeitura de São Paulo chegou a anunciar a suspensão do evento, que teve de mudar a programação, sendo dividido em dois dias para ocorrer no local inicialmente previsto.

O caso do Motomix motivou críticas das autoridades aos empresários responsáveis pela organização de shows.

O secretário municipal das Subprefeituras da cidade de São Paulo, Andrea Matarazzo, disse que eles "estão desacostumados a seguir as normas legais e procurar alvará a tempo", anunciando seus eventos como um "fato consumado" ao entregar os documentos exigidos para a obtenção de alvará na última hora.

"É uma forma de gastar menos. Fazem do jeito que querem, sem alvará nem nada", atacou o secretário, na época.

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