01/03/2007
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16h13
As autoridades do Haiti anunciaram nesta quinta-feira o balanço dos atos de violência acontecidos durante as festividades do Carnaval, batizadas "Soley Leve" (sol nasce). Entre as centenas de vítimas estão pelo menos 50 mulheres violentadas, afirmou a agência de notícias AlterPresse.
A ministra para assuntos ligados à mulher, Marie Laurence Jocelyn Lassegue, destacou que nos três dias de festa, entre 18 e 20 de fevereiro, "a polícia nacional recebeu denúncias a respeito de 800 casos, entre as quais muitas vítimas de violência carnal".
"Por ora podemos falar de 50 estupros, mas não é um dado definitivo. Estamos aguardando os números das organizações feministas de todo o país', acrescentou.
Lassegue disse que antes das festividades foi lançada pelo governo uma campanha de prevenção, da qual participaram grupos musicais, com promoção de slogans contra a difusão da Aids e contra a violência sexual.
A associação de defesa das mulheres Sofa anunciou ter atendido 396 pessoas em seu centro no Haiti entre julho e dezembro de 2006. Entre as vítimas recebidas, a mais jovem tinha três anos, e a mais velha 65.
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Haiti registra ao menos 50 estupros de mulheres durante Carnaval
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da AnsaAs autoridades do Haiti anunciaram nesta quinta-feira o balanço dos atos de violência acontecidos durante as festividades do Carnaval, batizadas "Soley Leve" (sol nasce). Entre as centenas de vítimas estão pelo menos 50 mulheres violentadas, afirmou a agência de notícias AlterPresse.
A ministra para assuntos ligados à mulher, Marie Laurence Jocelyn Lassegue, destacou que nos três dias de festa, entre 18 e 20 de fevereiro, "a polícia nacional recebeu denúncias a respeito de 800 casos, entre as quais muitas vítimas de violência carnal".
"Por ora podemos falar de 50 estupros, mas não é um dado definitivo. Estamos aguardando os números das organizações feministas de todo o país', acrescentou.
Lassegue disse que antes das festividades foi lançada pelo governo uma campanha de prevenção, da qual participaram grupos musicais, com promoção de slogans contra a difusão da Aids e contra a violência sexual.
A associação de defesa das mulheres Sofa anunciou ter atendido 396 pessoas em seu centro no Haiti entre julho e dezembro de 2006. Entre as vítimas recebidas, a mais jovem tinha três anos, e a mais velha 65.
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