União Européia ampliará missão para observar eleições paquistanesas
da Efe, em Bruxelas
A UE (União Européia) decidiu nesta sexta-feira ampliar sua missão de observação eleitoral no Paquistão para garantir que as eleições do dia 18 de fevereiro ocorram de acordo com padrões democráticos internacionais.
Onze especialistas com base na capital Islamabad e 50 observadores distribuídos por todo o país farão um estudo detalhado do processo, desde a campanha política até o comportamento da administração e o "ambiente geral" das eleições, anunciou a porta-voz de Relações Exteriores da UE, Christiane Hohmann.
Nos dias que precederem as eleições, um outro grupo de diplomatas europeus se unirá a eles, sob a direção do eurodeputado alemão Michael Gahler.
A porta-voz expressou o "pleno apoio" da UE às recomendações de Gahler para garantir que todo o processo ocorra em um clima de transparência. Após o assassinato da ex-premiê e líder oposicionista Benazir Bhutto, as campanhas eleitorais ficaram comprometidas.
A União Européia espera que os candidatos e observadores tenham acesso facilitado aos detalhes do processo de apuração. O bloco quer assegurar também plena liberdade de imprensa durante o processo.
Leia mais
- Agentes britânicos chegam ao Paquistão para investigar morte de Bhutto
- Musharraf nega participação do governo em assassinato de Bhutto
- Facebook tira do ar falsos perfis do filho de Benazir Bhutto
- Partido de Bhutto pede à ONU abertura de investigação internacional
- EUA rejeitam investigação da ONU sobre assassinato de Bhutto
- "O islã" explica origens e preceitos do islamismo
Especial

