29/07/2006
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10h38
Depois de rejeitar hoje uma trégua dos combates entre seu Exército e o grupo terrorista libanês Hizbollah, proposta pela ONU (Organização das Nações Unidas), Israel acusou-o de impedir que chegue ajuda humanitária ao país.
"Não há necessidade de um cessar-fogo temporário porque Israel abriu corredores de segurança para e a partir do Líbano", disse Avi Pazner, porta-voz do governo israelense. "O problema é completamente diferente. É o Hizbollah que está deliberadamente bloqueando os corredores e impedindo a entrega de alimentos e remédios para a população a fim de criar uma crise humanitária, pela qual querem culpar Israel."
A idéia de Jan Egeland, coordenador de assuntos humanitários da ONU (Organização das Nações Unidas), era de uma trégua de 72 horas para permitir o atendimento às vítimas do conflito e o envio de comida e medicamentos ao sul do Líbano.
A ajuda de outros países ao Líbano continua chegando pelo ar e pelo mar.
Um navio da Marinha americana atracou no porto de Beirute, vindo do Chipre, trazendo 20 mil cobertores, mil lonas, kits de medicamentos e outros itens para distribuição imediata.
Três aviões, um egípcio, um jordaniano e um dos Emirados Árabes também chegaram ao aeroporto de Beirute trazendo remédios, alimentos e equipamentos médicos.
Com agências internacionais
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Israel acusa Hizbollah de impedir que ajuda chegue ao Líbano
da Folha OnlineDepois de rejeitar hoje uma trégua dos combates entre seu Exército e o grupo terrorista libanês Hizbollah, proposta pela ONU (Organização das Nações Unidas), Israel acusou-o de impedir que chegue ajuda humanitária ao país.
"Não há necessidade de um cessar-fogo temporário porque Israel abriu corredores de segurança para e a partir do Líbano", disse Avi Pazner, porta-voz do governo israelense. "O problema é completamente diferente. É o Hizbollah que está deliberadamente bloqueando os corredores e impedindo a entrega de alimentos e remédios para a população a fim de criar uma crise humanitária, pela qual querem culpar Israel."
A idéia de Jan Egeland, coordenador de assuntos humanitários da ONU (Organização das Nações Unidas), era de uma trégua de 72 horas para permitir o atendimento às vítimas do conflito e o envio de comida e medicamentos ao sul do Líbano.
A ajuda de outros países ao Líbano continua chegando pelo ar e pelo mar.
Um navio da Marinha americana atracou no porto de Beirute, vindo do Chipre, trazendo 20 mil cobertores, mil lonas, kits de medicamentos e outros itens para distribuição imediata.
Três aviões, um egípcio, um jordaniano e um dos Emirados Árabes também chegaram ao aeroporto de Beirute trazendo remédios, alimentos e equipamentos médicos.
Com agências internacionais
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