11/11/2004
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09h32
Enviado especial ao Uyuni (Bolívia)
Se algum amigo foi ao Salar há tempos e disse que não há boas opções de hospedagem, é melhor se atualizar. Uyuni segue sendo uma cidadezinha com cerca de 11 mil habitantes que parece perdida no tempo. O local teve como principal fonte de renda a ferrovia e as minas de prata, mas o turismo começa a mudar o cenário.
A cada ano, aumenta o número de gente que vem conhecer o maior deserto de sal do mundo. Um restaurante aqui, um bar ali. Um hotel com hidromassagem, impensável há cinco anos, hoje faz parte da estrutura local.
É o caso do simpático Los Girasoles, do boliviano Mauricio Elias Irazoque, que já morou no Brasil. Os 26 quartos têm TV e banheiro privativo com banheira. Vale a pena conferir.
Perto do "centro" está o Joya Andina, simples e aconchegante.
Quem quer aventura pode ficar num dos três hotéis de sal. Camas, poltronas, o piso de sal fino, paredes, tudo é feito de sal.
Mas atenção: a temperatura cai muito à noite, mesmo no verão. Os hotéis não têm energia elétrica. A iluminação é à vela. Vai encarar? Então ao menos fique para tomar um chá de coca depois de apreciar o pôr-do-sol.
Roberto de Oliveira viajou a convite da LAB (Lloyd Aereo Boliviano) e da operadora Natural Mar.
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ROBERTO DE OLIVEIRAEnviado especial ao Uyuni (Bolívia)
Se algum amigo foi ao Salar há tempos e disse que não há boas opções de hospedagem, é melhor se atualizar. Uyuni segue sendo uma cidadezinha com cerca de 11 mil habitantes que parece perdida no tempo. O local teve como principal fonte de renda a ferrovia e as minas de prata, mas o turismo começa a mudar o cenário.
A cada ano, aumenta o número de gente que vem conhecer o maior deserto de sal do mundo. Um restaurante aqui, um bar ali. Um hotel com hidromassagem, impensável há cinco anos, hoje faz parte da estrutura local.
É o caso do simpático Los Girasoles, do boliviano Mauricio Elias Irazoque, que já morou no Brasil. Os 26 quartos têm TV e banheiro privativo com banheira. Vale a pena conferir.
Perto do "centro" está o Joya Andina, simples e aconchegante.
Quem quer aventura pode ficar num dos três hotéis de sal. Camas, poltronas, o piso de sal fino, paredes, tudo é feito de sal.
Mas atenção: a temperatura cai muito à noite, mesmo no verão. Os hotéis não têm energia elétrica. A iluminação é à vela. Vai encarar? Então ao menos fique para tomar um chá de coca depois de apreciar o pôr-do-sol.
Roberto de Oliveira viajou a convite da LAB (Lloyd Aereo Boliviano) e da operadora Natural Mar.
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