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25/10/2011 - 20h37

Greve na Unicamp completa uma semana

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MARÍLIA ROCHA
DE CAMPINAS

A greve dos funcionários da Unicamp, em Campinas (93 km de São Paulo), completou uma semana nesta terça-feira e se estendeu também ao restaurante universitário.

Apesar de o restaurante também contar com servidores terceirizados, as áreas essenciais paralisaram e 6.000 refeições deixaram de ser servidas.

Já o serviço de alimentação para pacientes do HC (Hospital das Clínicas) e acompanhantes funcionou normalmente.

A principal reivindicação dos funcionários é a equiparação de salários pagos nas universidades estaduais.

De acordo com o STU (Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp), o piso salarial na Unicamp vai de R$ 1.313 a R$ 3.657, dependendo da escolaridade do funcionário, enquanto os valores na USP vão de R$ 1.666 a R$ 5.691.

Segundo o sindicato, a diretoria acadêmica (responsável por matrículas e emissão de documentos a alunos) e a diretoria geral de administração (responsável por contratos e convênios), além de motoristas, já aderiram à paralisação.

Está prevista uma manifestação para esta quarta-feira (26), com carreata até o centro da cidade.

A Unicamp informou que as atividades acadêmicas, de pesquisa e da área de saúde funcionam "normalmente" e que depositou R$ 30 a mais no cartão de vale alimentação para cada funcionário da Universidade, como forma de evitar prejuízos decorrentes da paralisação do restaurante universitário.

Para a universidade, o movimento é "extemporâneo", uma vez que a data-base para negociação salarial com os trabalhadores das três universidades estaduais paulistas é em maio.

 

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