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03/08/2011 - 16h50

Boatos sobre mortes de celebridades se espalham pelo Twitter

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LEONARDO LUÍS
DE SÃO PAULO

No dia 30 de julho, Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha de "Chaves". No dia 23 do mesmo mês, o ator Elias Gleiser. Em 14 de julho, Gugu. Dois dias antes, Hugh Hefner, o criador da "Playboy". No dia 26 de junho, o promoter Amin Khader.

Se todos os boatos que circulassem pelo Twitter fossem verdade, a enumeração acima seria uma lista de óbitos recentes. Até o fechamento desta edição, as celebridades citadas estavam vivas.

Rumores sobre mortes de famosos são uma tendência no Twitter. A origem pode ser, por exemplo, uma internação no hospital. O boato de que Elias Gleiser teria morrido surgiu depois que ele sofreu uma queda e foi internado. Em 2010, a morte da cantora Aretha Franklin foi anunciada por tuiteiros depois de ela ter passado por uma cirurgia.

Editoria de Arte/Folhapress

CHIQUINHA

O rumor do dia 30 de julho sobre a morte de Maria Antonieta de las Nieves ficou entre os tópicos mais comentados do Twitter no Brasil depois que o perfil @sbtimprensa, que já inventou várias mentiras relacionadas ao SBT, tuitou que a atriz tinha morrido. A mensagem foi retuitada por centenas de usuários, e o boato se alastrou.

A notícia da suposta morte de Amin Khader, que chegou a ser confirmada pela Record, onde ele trabalha, também foi disseminada por causa de um tuíte.

O promoter David Brazil (@dddbrazil), então amigo de Khader (os dois deram entrevistas dizendo que cortaram relações), anunciou pela rede "com enorme dor no coração" que o "irmão camarada" havia morrido.

A mentira se espalhou. Poucas horas depois, Khader apareceu sorridente no programa "Cidade Alerta" para conversar com José Luiz Datena sobre o episódio.

 

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