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Candidatos - Governador

Marconi Perillo

PSDB - número 45

Nome completo: Marconi Ferreira Perillo Júnior

Coligação: Goías quer mais (PRB / PTB / PSL / PTN / PPS / DEM / PRTB / PHS / PMN / PTC / PSDB / PT do B)

Data de nascimento: 07/03/1963

Sexo: Masculino

Estado: Goiás

Estado civil: Casado

Grau de instrução declarado: Superior Incompleto

Ocupação declarada: Senador

Bens declarados na Justiça Eleitoral

R$ 1,6 milhão (13 bens):

- 8 imóveis (R$ 1,2 milhão)
- Linha telefônica (R$ 135 mil)
- Ações da Empresa Goiás Alimentação (R$ 50 mil)
- Dois carros (R$ 165 mil)

No arquivo da Folha

  • (10/7/10)

    O senador Marconi Perillo (PSDB-GO), investigado pela suspeita de ter recebido propina de R$ 2 milhões, chamou de "eleitoreira" e "café requentado" as denúncias que constam em inquérito no Supremo Tribunal Federal. Ao se defender no Twitter, Perillo deu duas versões para as medidas adotadas pelo governo do Estado para beneficiar frigoríficos. Reportagem da Folha revelou que Perillo é investigado pelo STF pela suspeita de ter recebido propina de frigoríficos, quando governou o Estado, para modificar leis que favorecessem o setor. Vice-presidente do Senado, Perillo é favorito às eleições para o governo de Goiás. Empresários foram flagrados em grampos telefônicos discutindo "ajudar" Perillo com R$ 2 milhões para conseguir benefícios fiscais _que de fato foram concedidos três meses após as conversas. Nos diálogos, eles dizem que seria feito um decreto para regulamentar os benefícios. Ontem, no Twitter, Perillo disse primeiro que não assinou o decreto. "Foi assinado pelo governador em exercício na época." O decreto, contudo, data de 23 de junho de 2005 e leva o nome Marconi Perillo e do ex-secretário de Fazenda José Paulo Loureiro. Após ser questionado, Perillo admitiu no Twitter que assinou os documentos. "Por motivo de viagem, não assinei a lei que concedeu os benefícios. E assinei os decretos que regulamentaram a lei, que era obrigação legal." Ele disse ainda que não houve irregularidade.

  • (9/7/10)

    O SENADOR E A OPERAÇÃO PERSEU
    INVESTIGAÇÃO
    Em 1º de dezembro de 2004 a Polícia Federal deflagrou a Operação Perseu em 8 Estados (GO, AC, MS, MT, RO, SP, TO e PR)

    FRIGORÍFICOS
    Com 350 agentes atuando na operação, a PF prendeu 12 pessoas envolvidas em esquema de sonegação fiscal de R$ 150 milhões praticado por frigoríficos

    GRAMPO
    A operação foi realizada após a PF grampear, entre agosto e setembro de 2004, empresários do setor. Nos grampos, surgiu o nome do então governador de Goiás e atual senador Marconi Perillo (PSDB)

    INQUÉRITO
    Em fevereiro, a Procuradoria-Geral da República pede ao STF abertura de inquérito para investigar "suposta prática de corrupção passiva envolvendo o então governador e atual senador Marconi Perillo"

    DECRETO
    O pedido da PGR foi baseado nas conversas surgidas nos grampos de 2004. A propina seria paga em troca de benefícios fiscais de 7%. Nos grampos, eles dizem que a medida seria dada por meio de lei e decreto

    BENEFÍCIOS
    Uma lei que concedeu o benefício foi editada três meses após as conversas. Um decreto que regulamentou o benefício foi publicado em junho de 2005. Dos quatro empresários grampeados, dois foram presos na Operação Perseu

  • (19/5/10)

    O líder do PSDB na Casa, Arthur Virgílio (AM), apresentou à Mesa Diretora uma questão de ordem sobre a possibilidade de o projeto ser votado em sessão extraordinária hoje, apesar de a pauta do plenário estar trancada por medidas provisórias e pelo pré-sal, que tem urgência constitucional. O primeiro-vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), que está como interino na presidência da Casa porque José Sarney (PMDB-AP) está nos EUA, afirmou que responderá ao questionamento do tucano até as 10h de hoje. "Amanhã [hoje], quero colocar em votação o Ficha Limpa. Será uma grande resposta que o Senado dará ao Brasil", disse Perillo. De acordo com ele, se a assessoria técnica da Casa julgar o pedido improcedente, caberá ao plenário a decisão final e, se houver acordo de líderes, "votamos amanhã [hoje]".

  • (12/7/09)

    Senadores de praticamente todos os partidos aproveitam para preencher seus gabinetes com aliados políticos. Perillo colocou ao menos cinco ex-secretários de seu período como governador de Goiás (1999-2006) na estrutura da Primeira Vice- Presidência. Todos batem ponto em Goiânia, no escritório político do tucano. Ele afirma que nunca houve impedimento para a nomeação de assessores nos Estados em cargos na Mesa Diretora. Diz que pediu a alteração dos ex-secretários para o seu gabinete parlamentar na última quinta, após reunião do órgão que dirige a Casa. Até o final da semana passada, no entanto, as alterações não haviam ocorrido. A área jurídica do Senado afirma que já existe a minuta de um ato que proíbe expressamente que funcionários da Mesa Diretora trabalhem fora de Brasília. Deve ser votada na próxima reunião do órgão. "Não há norma que vede [a contratação de funcionários nos Estados], mas, nas poucas vezes em que a advocacia do Senado foi consultada, sugeriu pela não contratação. Os servidores têm que trabalhar para a Mesa, que fica em Brasília", disse o advogado-geral do Senado, Luiz Bandeira de Mello.

  • (16/2/09)

    Três membros da Mesa Diretora do Senado órgão que comanda os trabalhos na Casa, têm problemas na Justiça. Marconi Perillo (PSDB-GO), primeiro vice-presidente, Mão Santa (PMDB-PI), terceiro-secretário, e Cícero de Lucena (PSDB-PB), suplente de secretário, respondem a inquéritos no Supremo Tribunal Federal. Marconi responde por corrupção passiva, prevaricação, tráfico de influência, corrupção ativa e abuso de autoridade, que teriam sido cometidos quando foi governador de Goiás (1998-2006). Segundo petição assinada pela subprocuradora Cláudia Sampaio Marques, ele "participou de suposto esquema de corrupção e pagamento de propina na liberação de créditos de empreiteiras com o Estado de Goiás, tendo os recursos (...) sido usados para saldar dívidas da campanha". Questionado pela Folha, Marconi disse ser inocente: "Até agora, não tive a oportunidade de fazer a minha defesa. Já reuni todos os elementos".

  • (4/7/08)

    Convencido do envolvimento do governo na venda da Varig, o presidente da Comissão de Infra-Estrutura do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO), anunciou que convidará novamente a depor o advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Lula. O senador afirmou que, se for necessário, a comissão poderá convocar o advogado, que se recusou a depor ontem no Senado.

  • (10/5/08)

    O Ministério Público Federal apresentou denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra o senador Marconi Perillo (PSDB-GO) e o governador de Goiás, Alcides Rodrigues Filho (PP), alegando uma série de crimes que teriam cometido na campanha eleitoral de 2006. Perillo foi governador do Estado e Rodrigues, o seu vice, e concorriam, naquele ano, aos cargos que ocupam hoje. Ambos foram denunciados pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, por formação de quadrilha, fraude processual, peculato, caixa dois, ocultação de provas e pagamento de despesas de campanha por meio de "laranjas". Segundo o documento, de 16 páginas, Marconi Perillo e Alcides Rodrigues "foram os mentores e principais beneficiários de um esquema de captação ilícita de recursos, utilização de notas fiscais frias, pagamento de despesas de campanha por meio de "laranjas" e outras fraudes eleitorais". A denúncia foi enviada no dia 28 de março ao STF, mas não foi divulgada porque o processo corre em segredo de Justiça. Assim que chegou, foi distribuída para o gabinete do ministro Ricardo Lewandowski, que será o relator do caso. O procurador-geral baseou-se em escutas telefônicas que grampearam funcionários do Diretório Estadual do PSDB-GO. Entre as acusações contra Perillo, o Ministério Público afirma que ele teria usado aviões da Polícia Militar "para compromissos políticos e particulares". Também teria utilizado policiais militares para sua segurança pessoal durante a campanha. "Após o término da campanha, apurou-se que os responsáveis pela segurança pessoal de Marconi Perillo eram policiais militares estaduais que executavam tal serviço durante seus horários de expediente", diz o texto. Sobre caixa dois e utilização de notas frias, a denúncia afirma: "Marconi Perillo e Alcides Rodrigues apresentaram dezenas de notas fiscais frias à Justiça Eleitoral, pois os serviços nelas descritos não foram efetivamente prestados pelas empresas que as emitiram".

  • (20/10/07)

    O Ministério Público Federal pediu na Justiça o fim de privilégios que o senador Marconi Perillo (PSDB-GO) recebe em uma faculdade particular de Goiânia. Ele e a mulher assistem às aulas sozinhos e com horários adaptados no curso de direito da Faculdade Alves Faria. Perillo, que governou o Estado entre 1999 e 2006, e Valéria Perillo comparecem às aulas só três dias por semana. O senador disse, por meio de sua assessoria de imprensa, que não há irregularidade porque a faculdade é particular e o Ministério da Educação permitiu a prática. Perillo, 44, não tem formação em curso superior. "Recuso-me a seguir exemplos de homens públicos que se contentam apenas com os importantes diplomas conferidos pela Justiça Eleitoral", afirmou em nota à imprensa. "Agora, deixem-me estudar."

  • (6/10/07)

    Um assessor especial do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) tentou um plano para espionar os senadores goianos Demóstenes Torres (DEM) e Marconi Perillo (PSDB), segundo disse à Folha o congressista do Democratas. "Eu tive notícias sobre isso, um amigo me contou." O amigo é Pedrinho Abrão, empresário e ex-deputado por Goiás.

  • (3/11/06)

    Eleito com 75,82% dos votos para o Senado, o ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) foi o campeão em receita e gastos na campanha, ambas de R$ 3,5 milhões. O montante arrecadado por Perillo é 44 vezes a receita total de Epitácio Cafeteira (PTB), eleito no Maranhão com caixa de R$ 81,5 mil e cuja campanha foi também a mais barata entre os 27 senadores eleitos.

  • (5/9/06)

    Mais de um ano depois de dizer que havia alertado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a existência do esquema do mensalão, o ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) decidiu ontem dar mais detalhes da conversa, incluindo uma suposta resposta do presidente dada na ocasião. O diálogo ao qual Perillo se refere veio à tona em junho do ano passado, logo após o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) denunciar o mensalão. À época, ainda governador de Goiás, Perillo disse ter avisado o presidente que ouvira rumores do caso, ao recebê-lo em solenidade em Rio Verde (GO), em 5 de maio de 2004. Ontem, a menos de um mês da eleição, Perillo decidiu retomar o assunto. "Não adianta ele [Lula] falar que não sabia do mensalão. Eu o avisei em Rio Verde", disse. "E ele me falou: 'Marconi, cuida dos seus deputados, que eu cuido dos meus'". Perillo é candidato a uma vaga ao Senado. Segundo pesquisa Ibope divulgada na semana passada, ele lidera com 66%.

  • (4/6/06)

    Ignorada na denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, e no relatório final da CPI dos Correios, uma carta enviada ao Conselho de Ética da Câmara pelo ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) apontou duas testemunhas que nunca foram ouvidas durante as investigações do mensalão. Segundo Perillo, "o motorista e o chefe da Segurança Presidencial" presenciaram a conversa do dia 5 de maio de 2004, durante a qual o governador teria advertido o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a existência de uma "mesada a parlamentares". A conversa, revelada pelo governador à imprensa logo após as denúncias do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), é o primeiro momento documentado em que Lula foi advertido sobre o esquema de compra de parlamentares. O ex-governador afirmou ter contado a Lula que uma deputada da base tucana em Goiás, Raquel Teixeira, havia recebido uma oferta para se transferir para o PL em troca de dinheiro. A deputada contou a Perillo que o suborno compreendia "uma mesada de cerca de R$ 40 mil para custear suas atividades partidárias" e "uma espécie de prêmio anual", de valor não divulgado. A carta do ex-governador foi enviada ao Conselho de Ética da Câmara em 26 de julho do ano passado. O ofício eximiu Perillo de comparecer ao conselho, para depoimento. Na carta, assim Perillo descreveu sua conversa com Lula: "Relatei ao senhor presidente da República que ouvira rumores sobre a existência de mesada a parlamentares em conversas informais em Brasília, porém sem provas concretas. Repeti o inteiro teor das informações que havia recebido. O senhor presidente da República disse que não tinha conhecimento e que ia tomar as providências que o assunto requeria. Não sei quais foram as providências tomadas. Como não tive mais informações a respeito, e certo de que havia levado o assunto ao conhecimento da maior autoridade e mais alto magistrado do país, e como também não tinha provas concretas, resolvi dar por encerrado o assunto. Não voltamos a tratar mais desse tema".

  • (4/6/06)

    "Relatei ao sr. presidente que ouvira rumores sobre a existência de mesada a parlamentares em conversas informais em Brasília (...). O sr. presidente disse que não tinha conhecimento e que ia tomar as providências"
    MARCONI PERILLO
    ex-governador de Goiás

  • (21/2/06)

    Um dia após ter pleiteado mais democracia no processo de escolha do candidato do PSDB à Presidência, o governador Marconi Perillo foi homenageado na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro e, de última hora, recebeu a visita do prefeito de São Paulo, José Serra. A visita não estava prevista pelo cerimonial da Assembléia. Serra, no entanto, disse que não foi ao Rio pedir apoio. "Se fosse para pedir apoio, eu encontraria o Marconi a sós, em segredo. Eu vim trazer meu apoio público ao Marconi e à Assembléia do Rio." Antes de ser homenageado, Perillo repetiu as críticas feitas anteontem: "Em política, tudo precisa ser decidido democraticamente. Quando as questões são postas à mesa, não há por que haver descontentamento. Se a decisão se fecha, é natural que haja reclamações. O que não podemos aceitar é que alguns conversem em nome dos outros. Nós temos governadores, senadores, prefeitos e lideranças que são importantes. O que queremos é que esse debate contemple todos os segmentos do partido." Perillo já havia declarado que a candidatura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, seria a mais cômoda para o partido, já que ele está concluindo seu mandato, mas negou que hoje esteja defendendo um dos dois nomes.


 
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