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27/05/2003 - 11h47

Saiba mais sobre o dossiê Cayman

da Folha Online

O dossiê Cayman é um conjunto de papéis com autenticidade não comprovada que atestam a existência de uma empresa em nome de integrantes do PSDB em paraísos fiscais, que teria sido criada para envio ilegal de dinheiro. Alguns dos papéis que compõem o dossiê foram comprovados ser falsos, após terem vindo à tona, em 1998.

A empresa --CHJ AIT-- teria sede nas Bahamas, e estaria no nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), do governador de São Paulo Mário Covas (morto em março de 2001), e dos ministros de FHC José Serra (Saúde) e Sérgio Motta (Casa Civil, morto em abril de 1998).

Cópias desse suposto dossiê foram espalhadas e vendidas a candidatos da oposição durante as eleições de 1998. Entre eles, estaria Paulo Maluf (PP), ex-prefeito de São Paulo (1993-1996). O ex-presidente Fernando Collor de Mello (1990-1992) é acusado de, junto com seu irmão Leopoldo, de comprar o dossiê por US$ 2,2 milhão.

A documentação teria sido oferecida também a Luiz Inácio Lula da Silva, que disputava a Presidência com FHC em 1998, mas teria sido recusada, por orientação do hoje ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça).

São apontados como responsáveis pela elaboração do dossiê João Roberto Barusco, Ney Lemos dos Santos e Luiz Cláudio Ferraz. Estariam envolvidos de alguma forma o pastor Caio Fábio (apontado como principal divulgador do dossiê), José Maria Ferraz, Oscar de Barros, Vicente Cheloti, Honor Rodrigues da Silva, Paulo Sérgio Rosa, Cláudia Maria Rivieri e Raymundo Nonato (suposto testa-de-ferro da família Collor).
 

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