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10/10/2006 - 17h35

Coordenador de Alckmin acusa Lula de espalhar boatos; Lula alerta para privatizações

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da Folha Online

O coordenador da campanha à Presidência de Geraldo Alckmin, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), acusou hoje o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de criar uma "central de boatos e mentiras" contra o tucano. De manhã, Lula criticou em entrevista para rádios a "pequenez" de Alckmin e disse que a única coisa que o tucano sabia fazer era "privatizar".

Ontem, o coordenador da campanha de Lula, Marco Aurélio Garcia, soltou uma nota em que afirmava que Yoshiaki Nakano --assessor econômico de Alckmin-- tem uma proposta de ajuste fiscal que "quer levar o país à recessão e o governo federal à inoperância".

Hoje, Guerra rebateu as acusações feitas por Garcia. "Lula e sua campanha continuam com o jogo sujo de espalhar boatos e mentiras sobre a campanha de Geraldo Alckmin. Hoje, a tentativa é imputar a Geraldo Alckmin a intenção de promover cortes indiscriminados de gastos", diz Guerra.

Segundo ele, a proposta de Alckmin é investir mais na área social. "A orientação do futuro presidente Alckmin é clara: é destinar mais dinheiro para a saúde, mais dinheiro para a educação, mais dinheiro para a segurança, mais dinheiro para as estradas, mais dinheiro para o desenvolvimento."

Ele afirmou ainda que um eventual governo de Alckmin vai combater o desperdício e a corrupção por meio de uma "administração mais eficiente". "Como presidente, [Alckmin] fará o que Lula não fez: melhorar as condições para que o Brasil cresça, o emprego aumente, a qualidade de vida melhore e haja mais oportunidades para todos os brasileiros, num país mais justo e mais fraterno", diz Guerra.

Destruidor

À tarde, Lula voltou a insinuar que Alckmin, se eleito, iria "destruir" tudo o que foi feito na sua gestão. Em encontro com políticos mineiros que manifestaram apoio à sua candidatura, o presidente Lula se referiu a Alckmin como um "cidadão especializado em destruir o que a gente fez".

"Não estamos disputando esta eleição entre dois homens, entre dois partidos, são dois projetos que estão em jogo nestas eleições. Um é o projeto que vocês conhecem, do desmonte, ou seja, é aquele cidadão especializado em destruir em dois minutos o que a gente constrói em dois séculos", afirmou o presidente.

Lula citou a Petrobras como exemplo do que pode ser destruído no governo Alckmin. Nos últimos dias, os petistas têm espalhado que Alckmin se eleito vai privatizar empresas como a Petrobras, além de instituições como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. "O nosso projeto acredita que o Brasil tem que ter empresas importantes sobre controle publico. É só ver o crescimento da Petrobras."

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