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15/08/2005 - 09h26

Cobrança do telefone fixo passa de pulso para minuto em janeiro

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do Agora
da Folha Online

Toda vez que o consumidor faz uma ligação local de um telefone fixo, ele paga um serviço chamado pulso. Esse pulso é cobrado na conta mensal e aumenta de acordo com o tempo de conversação --cada um pode durar até quatro minutos. O pulso no Estado custa hoje R$ 0,14728.

A partir de 1º de janeiro de 2006, os consumidores vão pagar as ligações por minuto, como é feito hoje com as ligações interurbanas e de celular.

A conversão do sistema de cobrança já foi anunciada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). As empresas que operam no sistema fixo estão se preparando tecnologicamente para a mudança, mas a forma de cobrança e os novos valores da tarifa por minuto ainda não foram definidos.



A Anatel, que regula o setor de telefonia e define os preços cobrados pelas operadoras, deve apresentar nos próximos meses as novas tarifas das ligações locais.

Para o consumidor, a mudança deve ser positiva pois haverá maior controle sobre o tempo de conversação. Hoje o sistema de cobrança é bastante complicado e dividido em três partes.

O primeiro segundo consome um pulso. A partir daí, é cobrado o chamado pulso aleatório, que pode ter tempo de um segundo a quatro minutos. Depois do pulso aleatório o consumidor passa a pagar o pulso de conversação, cobrado a cada quatro minutos.

Devido à complexidade do sistema, o usuário tem dificuldade para medir e conferir seus gastos e possíveis erros das empresas na tarifação acabam passando despercebidos.

A Telefônica diz que está preparada para a alteração e espera definições do governo.

Na assinatura, que custa R$ 38,13, estão incluídos cem pulsos --o que dá, em média, 240 minutos.

Especial
  • Leia o que já foi publicado sobre pulsos do telefone fixo
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