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04/02/2004 - 11h00

Morre escritora Hilda Hilst; enterro será às 16h em Campinas

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da Folha Online

A escritora paulista Hilda Hilst morreu na madrugada de hoje, aos 73 anos, em Campinas (interior de São Paulo). Internada desde o dia 1º de janeiro no Hospital das Clínicas da Unicamp, a escritora teve falência múltipla de órgãos e sistemas.

Divulgação
A escritora Hilda Hilst
O corpo de Hilda Hilst está sendo velado na capela do Cemitério Flamboyant, no bairro Jardim das Palmeiras, em Campinas. O enterro acontece às 16h no Cemitério Aléias, em frente à capela.

Internada havia 35 dias no Hospital das Clínicas para a realização de uma cirurgia, após sofrer uma queda que causou uma fratura no fêmur, a escritora tinha deficiência crônica cardíaca e pulmonar, o que agravou seu quadro clínico.

Autora de 41 livros, entre eles "O Caderno Rosa de Lori Lamby", com teor pornográfico, Hilda Hilst nasceu em Jaú, no interior de São Paulo, mas morava na Casa do Sol, chácara próxima a Campinas.

Formada em direito pela Faculdade São Francisco, da USP, Hilda escreveu aos 20 anos seu primeiro livro de poesias, "Presságio". Em 1997, sua última obra, "Estar sendo Ter sido", foi publicada.

A escritora, que teve textos traduzidos para o francês, o inglês, o italiano e o alemão, recebeu importante prêmios, com o de melhor livro do ano, concedido pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), por "Ficções" (1977), e o Jabuti, em 1984, por "Cantares de perda e predileção" (1983), e em 1993 por "A obscena senhora D. Qadós" (1993).

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