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24/06/2002 - 15h51

Cubana fala sobre seu sofrimento na realeza de Luxemburgo

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da France Presse, em Luxemburgo

A grã-duquesa Maria Teresa, de Luxemburgo, de origem cubana e "primeira-dama" do país, revelou a jornalistas a natureza extremamente tensa de suas relações com a sogra, a grã-duquesa Joséphine Charlotte, originando uma tempestade na mídia que pode se transformar em uma crise institucional.

De acordo com o jornal de Luxemburgo "Le Quotidien", um dos primeiros a divulgar o assunto, na edição de sábado, a grã-duquesa Maria Teresa, filha de um riquíssimo empresário cubano que vive exilado na Suíça, convocou no último dia 10 representantes dos principais veículos de comunicação nacionais para uma reunião no palácio.

Sob o título "14 anos de sofrimento" a reportagem publicada no jornal diz que a "primeira-dama" do país e acusou a sogra, Joséphine Charlotte, de "querer destruir" seu casamento devido à sua origem plebéia.

Maria Teresa casou-se em 1981 com Henri de Luxemburgo, que se tornou grão-duque em 2000. Segundo a grã-duquesa, a sogra não teria suportado a idéia de o filho se casar com "uma simples plebéia, uma pequena cubana".

De acordo com o "Le Quotidien", a grã-duquesa também acusou membros da família real de tentar "destruir seu casamento", espalhando rumores sobre supostos casos de infidelidade de Henri.

O Le Quotidien questiona se a atitude de Maria Teresa irá se transformar em uma "crise da monarquia". O redator-chefe adjunto do jornal, Marc Gerges, citado pelo jornal belga "Le Soir", estima que o mal-estar vai muito mais longe e está ligado ao novo estilo preconizado pelo casal, que mistura sua vida privacidade com os assuntos do Estado.
 

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