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17/01/2009 - 18h57

Egito convoca reunião entre líderes mundiais para discutir cessar-fogo em Gaza

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da Folha Online

O governo do Egito convidou vários líderes mundiais para uma reunião neste domingo (18) sobre a situação em Gaza, após sinais de que Israel poderá interromper a ofensiva militar no território palestino dominado pelo grupo extremista Hamas.

Os convidados para a reunião no balneário de Sharm el-Sheij, no mar Vermelho, incluem o presidente palestino, Mahmoud Abbas, e o secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon. O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, não deve participar do encontro, informaram autoridades israelenses e a imprensa do país.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, a chanceler alemã, Angela Merkel, o primeiro-ministro espanhol, José Luis Zapatero e o presidente turco Abdullah Gul também são esperados na reunião.

As conversações terão início um dia depois da reunião do gabinete de segurança de Israel, que na noite deste sábado deve votar uma propostas de cessar-fogo unilateral.

Em um discurso transmitido pela TV estatal, o presidente egípcio, Hosni Mubarak, apelou ao presidente de Israel para que pusesse um fim imediato à ofensiva e retiras retire as suas tropas de Gaza.

A agência de notícias estatal do Egito, informou que o primeiro-ministro israelense telefonou para Mubarak, dizendo que israel daria uma "resposta positiva" ao apelo pelo cessar-fogo.

Diplomatas e analistas dizem que o encontro parece ser uma tentativa de mostrar apoio ao Egito, o que tem sido alvo de duras críticas no mundo árabe por cooperar com o bloqueio israelense a Gaza, recusando-se a abrir passagem com a cidade palestina de Rafah.

"Isso é para dizer que o centro do movimento, o centro de gravidade, está no Egito," disse à agência Reuters o analista político Emad Gad.

O Egito é um dos poucos países árabes que mantêm relações diplomáticas normais com Israel, e é visto como um interlocutor privilegiado no conflito em Gaza, por ter algum grau de confiança tanto do governo israelense quanto do Hamas.

O país, que intermediou um cessar-fogo de seis meses entre as duas partes em 2008, lidera os esforços para mediar uma trégua mais longa, com a abertura de postos fronteiriços de Gaza.

O Hamas propôs uma trégua de um ano de duração, sob a condição de que as forças israelenses deixem Gaza em uma semana e de que sejam abertas todas as passagens fronteiriças com Israel e o Egito.

Autoridades israelenses dizem que, após a possível declaração de um cessar-fogo unilateral neste sábado, esperavam fechar com o Egito um acordo para dar mais segurança à fronteira egípcia com Gaza, por onde o governo de Israel diz que são contrabandeadas armas para o Hamas.

Nesta sexta-feira (16), Israel e os Estados Unidos assinaram um acordo, sem participação egípcia, para combater o contrabando de armas em Gaza.

Neste sábado, o primeiro-ministro britânico disse que o reino Unido está preparado para empregar navios na patrulha da costa de Gaza e para ajudar na segurança das fronteiras do território.

O ministro das relações Exteriores egípcio, Ahmed Aboul Gheit, disse que o governo do país não participou do acordo e que Mubarak mantém a oposição à presença de observadores estrangeiros em solo egípcio, dizendo que esta era uma "linha vermelha" que não pode ser atravessada.

Comentários dos leitores
J. R. (1269) 02/02/2010 14h02
J. R. (1269) 02/02/2010 14h02
Ricardo Perrone ( ) 31/01/2010 23h26 Vc tem razão, mas estão legalmente instalados no escritorio da CIA em São Paulo, com autorização da justiça paulista. A alguns anos um militar libanês de passagem por São Paulo foi seguido e assassinado num posto de gasolina, obviamente ninguém viu e nem sabia de nada. Se ele não fosse ligado à Siria (ainda estavam as tropas por lá) não se poderia dizer que foi a moçada. Esse negócio do governo brasileiro fazer vista grossa ao serviço militar para moleques servirem em Israel tem que acabar. Não dá para ficarem em cima do muro, ou vão para um lado ou vão para o outro. Incrível é que fazem como os batistas, alegando drama de consciência religiosa, para irem matar grávidas na Palestina (kill 2). Lamentável. sem opinião
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mauro halpern (120) 01/02/2010 22h36
mauro halpern (120) 01/02/2010 22h36
puxa, o sr Ricardo Perrone me descobriu.
Logo agora que eu estava tentando destruir, como fazemos todos os agentes do Mossad que querem dominar o mundo, toda a correspondencia eletronica favoravel aos palestinos!!
alem disso eu bombardeei o Zelaya com raios cósmicos de micro-ondas! vejam que ele saiu por livre vontade da embaixada, influenciado por potentes raios gama! e saiu sem chapéu!! agora que os hackers do mundo me descobriram, terei que mudar de computador!!!
Senhor Perrone, esta batalha voce venceu, mas eu voltarei. MAIS FORTE DO QUE NUNCA!
sem opinião
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hugo chavez (310) 01/02/2010 19h59
hugo chavez (310) 01/02/2010 19h59
O rabino Yitzhak Shapira, que foi detido para interrogatório pelo Shin Bet (agência sionista de segurança) por sua suposta implicação com o incêndio da mesquita em Yasuf, em Nablus, na Cisjordânia ocupada, é responsável pela escola Yeshiva "Od Yosef Chai" em Yitzhar, e é um discípulo do rabino Yitzhak Ginsberg .Gisnberg é considerado por acadêmicos do judaísmo moderno como um importante e original pensador da área do hassidut e da cabala e, além disso, ele é bem conhecido pelas suas visões extremadas diante das "diferenças fundamentais" entre judeus e não-judeus (goys), as quais tem um toque sensível de racismo. No prefácio do livro Torat Hamelech de autoria de Shapira e do rabino Yosef Elitzur, Ginsberg aponta para a necessidade de apontar as tais "diferenças fundamentais" entre judeus e goys "numa época onde nós somos obrigados a conquistar "a terra de israel", (a Palestina) de nossos inimigos, portanto, nós podemos agir "de acordo com as necessidades", dentro do espírito da Tora e então podemos fortalecer o espírito da nação e de nossos soldados." O livro menciona o assassinato de goys na guerra e inclui a seguinte passagem: - Há uma razão para matar bebês (do inimigo), mesmo se eles não violarem as 7 leis de Noé, por causa do futuro perigo que eles possam representar, quando eles irão crescer para tornar-se diabos como seus pais A hedionda e inimaginável atitude de pregar o assassinato de bebês de colo ou gestantes, só pode sair de mentes doentias, mas, já inspirou até camisetas para o exército sionista com a estampa de uma palestina grávida onde se lia "um tiro, duas mortes". Para que esta idéia de punição antecipada possa ser aplicada, é necessário preparar a grande massa, retirando-lhe qualquer vontade à resistência e para tal se conta com a lavagem cerebral diária da "grande mídia", de Holowood e outros que trabalham alinhados com a Nova Ordem Mundial Sionista e seu fundamentalismo religioso. 1 opinião
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