Saltar para o conteúdo principal

Publicidade

Publicidade

 
 
  Siga a Folha de S.Paulo no Twitter
09/08/2010 - 13h50

Estudo liga rejeição social a aumento em respostas inflamatórias

Publicidade

DA NEW SCIENTIST

Um estudo recente sugere que o sentimento de rejeição social pode estar ligado a doenças inflamatórias como asma e artrite.

O psicólogo George Slavich e sua equipe da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, pediram a 124 voluntários para fazer pequenas apresentações em frente de uma audiência instruída previamente para se mostrar hostil ao apresentador.

Isso deveria deixar o apresentador tenso. Amostras de saliva foram colhidas deles, mostrando índices elevados de dois marcadores relacionados a inflamações.

Em seguida, um quarto desses mesmos voluntários jogaram um videogame dentro de um scanner de ressonância magnética funcional. No jogo, o voluntário jogava basquete com dois outros jogadores virtuais. A partir de um certo ponto, os jogadores virtuais passaram a excluir do jogo o voluntário.

Essa "exclusão social" foi associada a um aumento na atividade cerebral de duas regiões cerebrais. Mais importante: voluntários que haviam mostrado os maiores índices de respostas inflamatórias após a apresentação oral apresentaram o maior aumento na atividade cerebral nessas áreas cerebrais durante o jogo no scanner, sugerindo uma ligação entre o processamento de rejeição social no cérebro e processos inflamatórios.

Segundo Slavich, compreender essa ligação entre o cérebro e o desencadeamento de inflamações pode ajudar a desenvolver novos tratamentos contra asma, artrite, doenças cardiovasculares e depressão.

O estudo foi publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences".

 

Publicidade

Publicidade

Publicidade


 

Voltar ao topo da página