Arthur Virgílio diz que dossiê contra Fernando Henrique não intimidará PSDB
da Folha Online
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), divulgou nota neste sábado na qual informa que o suposto dossiê montado pelo Palácio do Planalto sobre gastos da família do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), segundo reportagem publicada ontem pela revista "Veja", não vai intimidar o partido.
O dossiê estaria sendo usado para intimidar a oposição na CPI dos Cartões Corporativos. A Casa Civil negou a existência do documento sobre os gastos de FHC. O ministro Jorge Hage (Controladoria Geral da União) disse desconhecer os documentos.
"Não vão, porém, intimidar o PSDB. O PSDB não se dobra a chantagens. Não tem nada a esconder. Que se abram todas as contas, as deste governo e as do governo anterior. Tudo às claras. O contribuinte tem o direito de saber o que fazem com o seu dinheiro", diz Virgílio na nota.
No documento, o líder tucano criticou o fato de a Presidência da República se recusar a "abrir as contas" do gabinete pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas "sordidamente abrem contas do governo Fernando Henrique". Para Virgílio, o suposto dossiê é um procedimento típico do governo Lula e de integrantes do PT.
"São do Palácio do Planalto as informações que foram parar nas páginas da Veja. Somente lá existem os dados. As contas deles são 'secretas', as do governo anterior [FHC], não", afirma o tucano na nota.
Segundo a revista, o governo teria reunido dados sobre gastos de FHC, da primeira-dama Ruth Cardoso e de assessores por meio de contas tipo B em 1998, 2000 e 2001. Haveria insinuações sobre o desvio de recursos públicos para a campanha que reelegeu FHC em 1998. À "Veja", FHC classificou o dossiê de "uma chantagem feita a partir do Palácio do Planalto'.
Virgílio finaliza a nota afirmando que a "sordidez" não vai passar em branco, pois o PSDB vai "exigir" que o Ministério Público investigue e puna a divulgação de dossiês com fins de chantagem política. "E vamos cobrar do presidente da República, agora com mais razão, a abertura de suas contas", afirma.
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Mexem e remexem, e tudo fica igual.
Realmente não damos sorte, mas sempre se pode fazer uma tentativa na PRÓXIMA ELEIÇÂO !
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Presidido por Henry Kissinger, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, o júri premiou Lula "por sua atuação na promoção da paz e da igualdade de direitos".
Não é um premiozinho qualquer. Entre as 23 personalidades mundiais que receberam o prêmio até hoje _ anteriormente nenhum deles brasileiro _ , estão Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, Yitzhak Rabin, ex-premiê israelense, e Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos.
Secretário-executivo do prêmio, Alioune Traoré lembrou durante a cerimonia na sede da Unesco que um terço dos vencedores anteriores ganhou depois o Prêmio Nobel da Paz.
Pode-se imaginar no Brasil o trauma que isto causaria a certos setores políticos e da mídia caso o mesmo aconteça com Lula.
Thaoré disse a Lula que, ao receber este prêmio, "o senhor assume novas responsabilidades na história".
Mas nada disso foi capaz de comover os editores dos dois jornalões paulistas, Folha e Estadão, que simplesmente ignoraram o fato em suas primeiras páginas. "O que é bom a gente esconde, o que é ruim a gente divulga", parece ser mesmo a postura de boa parte dos editores da nossa imprensa com um estranho gosto pelo noticiário negativo, priorizando as desgraças e minimizando as coisas boas que também acontecem no país.
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o esquema do cartão corporativo substituiu
o esquema do "mensalão".
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