12/10/2004
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15h07
da Folha de S.Paulo
A Polícia Federal indiciou nesta terça-feira o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) e seu filho Flávio Maluf por cinco crimes: lavagem de dinheiro, evasão de divisas, formação de quadrilha, peculato (desvio de dinheiro público) e sonegação fiscal.
O indiciamento foi determinado pelo delegado Protógenes Queiroz, da PF de Brasília. Nesta manhã, Maluf e seu filho prestaram depoimento na sede regional da PF da Lapa, em São Paulo.
O procurador da República Pedro Barbosa Pereira Neto, que participa das investigações, disse que outros familiares de Maluf serão ouvidos no inquérito que investiga o suposto envio de dinheiro para contas na Suíça. Entre os familiares, estão a filha Ligia Maluf e a nora Jaqueline.
A PF também suspeita que Maluf e familiares tenham enviado dinheiro para outros países, além da Suíça. As remessas teriam sido realizadas na gestão de Maluf na Prefeitura de São Paulo (1993-1996) e continuado quando Celso Pitta --eleito com apoio de Maluf-- era prefeito (1997-2000).
Em nota divulgada hoje, Maluf voltou a negar acusação de envio ilegal de dinheiro para o exterior e insinuou uso eleitoral das denúncias.
"O único fato é que em 37 anos de vida pública não tive nenhuma condenação penal e moro há 40 anos na mesma casa", afirmou. "Se alguma instituição deseja fazer uso eleitoral desse episódio para favorecer algum candidato, comigo vai quebrar a cara. Ninguém jamais me intimidou ou vai me intimidar. Ninguém vai calar a minha voz."
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da Folha Onlineda Folha de S.Paulo
A Polícia Federal indiciou nesta terça-feira o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) e seu filho Flávio Maluf por cinco crimes: lavagem de dinheiro, evasão de divisas, formação de quadrilha, peculato (desvio de dinheiro público) e sonegação fiscal.
O indiciamento foi determinado pelo delegado Protógenes Queiroz, da PF de Brasília. Nesta manhã, Maluf e seu filho prestaram depoimento na sede regional da PF da Lapa, em São Paulo.
Flávio Florido/FI |
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| Paulo Maluf fala com a imprensa em SP |
O procurador da República Pedro Barbosa Pereira Neto, que participa das investigações, disse que outros familiares de Maluf serão ouvidos no inquérito que investiga o suposto envio de dinheiro para contas na Suíça. Entre os familiares, estão a filha Ligia Maluf e a nora Jaqueline.
A PF também suspeita que Maluf e familiares tenham enviado dinheiro para outros países, além da Suíça. As remessas teriam sido realizadas na gestão de Maluf na Prefeitura de São Paulo (1993-1996) e continuado quando Celso Pitta --eleito com apoio de Maluf-- era prefeito (1997-2000).
Em nota divulgada hoje, Maluf voltou a negar acusação de envio ilegal de dinheiro para o exterior e insinuou uso eleitoral das denúncias.
"O único fato é que em 37 anos de vida pública não tive nenhuma condenação penal e moro há 40 anos na mesma casa", afirmou. "Se alguma instituição deseja fazer uso eleitoral desse episódio para favorecer algum candidato, comigo vai quebrar a cara. Ninguém jamais me intimidou ou vai me intimidar. Ninguém vai calar a minha voz."
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