14/02/2005
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12h40
O secretário Especial dos Direitos Humanos, Nilmário Miranda, afirmou hoje que já existem indícios suficientes para localizar os assassinos da missionária norte-americana e naturalizada brasileira Dorothy Stang, 73, executada a tiros no sábado, em Anapu (PA).
"Do ponto de vista policial, o crime já está elucidado. Três pessoas já foram indiciadas, já com mandado de prisão preventiva. Há outras pessoas envolvidas, mas ainda não há indícios suficientes para decretar a prisão delas", revelou Miranda.
A Justiça do Pará já decretou a prisão temporária de três suspeitos de participação no assassinato da missionária. Segundo Nilmário Miranda, dois deles, conhecidos como Eduardo e Pogoió, seriam pistoleiros.
O terceiro suspeito de envolvimento no crime, de acordo com o ministro, é Amauri Segove Cunha, mais conhecido como Tato. "O Tato é uma pessoa que é 'laranja' de outras. Ele ocupa, faz grilagem de várias glebas da região. Agora a polícia vai investigar se, além dele, há algum autor intelectual", informou o ministro.
O ministro acompanhou na manhã desta segunda-feira o velório do corpo da missionária no município de Altamira, para onde foi levado após a realização da necropsia no Instituto Médico Legal (IML) de Belém.
Com Agência Brasil
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Envolvidos no crime da missionária seriam pistoleiros, diz ministro
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da Folha OnlineO secretário Especial dos Direitos Humanos, Nilmário Miranda, afirmou hoje que já existem indícios suficientes para localizar os assassinos da missionária norte-americana e naturalizada brasileira Dorothy Stang, 73, executada a tiros no sábado, em Anapu (PA).
"Do ponto de vista policial, o crime já está elucidado. Três pessoas já foram indiciadas, já com mandado de prisão preventiva. Há outras pessoas envolvidas, mas ainda não há indícios suficientes para decretar a prisão delas", revelou Miranda.
A Justiça do Pará já decretou a prisão temporária de três suspeitos de participação no assassinato da missionária. Segundo Nilmário Miranda, dois deles, conhecidos como Eduardo e Pogoió, seriam pistoleiros.
O terceiro suspeito de envolvimento no crime, de acordo com o ministro, é Amauri Segove Cunha, mais conhecido como Tato. "O Tato é uma pessoa que é 'laranja' de outras. Ele ocupa, faz grilagem de várias glebas da região. Agora a polícia vai investigar se, além dele, há algum autor intelectual", informou o ministro.
O ministro acompanhou na manhã desta segunda-feira o velório do corpo da missionária no município de Altamira, para onde foi levado após a realização da necropsia no Instituto Médico Legal (IML) de Belém.
Com Agência Brasil
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