16/05/2007
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18h20
da Folha Online, em Brasília
A oposição acusou nesta quarta-feira a base aliada do governo de passar o "rolo compressor" na CPI do Apagão Aéreo para evitar as investigações sobre a Infraero e a Aeronáutica.
O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) apresentou requerimento para que a CPI solicitasse ao TCU (Tribunal de Contas da União) todas as auditorias feitas pelo órgão no setor aéreo, mas o pedido foi rejeitado por 15 a 9.
Fruet disse que vai apresentar ainda hoje requerimento de informação para conseguir os relatórios do TCU como deputado e não via TCU.
O tucano também acusou o comando da CPI de incluir na pauta de votações de hoje apenas requerimentos da base aliada, excluindo os da oposição. Apesar disso, nada foi votado hoje porque a CPI foi interrompida pela ordem do dia no plenário.
O deputado disse que ficou evidente a interferência do governo porque o deputado Miguel Martini (PHS-MG), da base aliada, disse que iria votar contra o requerimento do TCU, seguindo orientação do governo.
"Foi um ato falho que evidenciou o acordão", disse Fruet. O presidente da CPI, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), rebateu as acusações e disse que o requerimento não foi aprovado porque era muito genérico.
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ANDREZA MATAISda Folha Online, em Brasília
A oposição acusou nesta quarta-feira a base aliada do governo de passar o "rolo compressor" na CPI do Apagão Aéreo para evitar as investigações sobre a Infraero e a Aeronáutica.
O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) apresentou requerimento para que a CPI solicitasse ao TCU (Tribunal de Contas da União) todas as auditorias feitas pelo órgão no setor aéreo, mas o pedido foi rejeitado por 15 a 9.
Fruet disse que vai apresentar ainda hoje requerimento de informação para conseguir os relatórios do TCU como deputado e não via TCU.
O tucano também acusou o comando da CPI de incluir na pauta de votações de hoje apenas requerimentos da base aliada, excluindo os da oposição. Apesar disso, nada foi votado hoje porque a CPI foi interrompida pela ordem do dia no plenário.
O deputado disse que ficou evidente a interferência do governo porque o deputado Miguel Martini (PHS-MG), da base aliada, disse que iria votar contra o requerimento do TCU, seguindo orientação do governo.
"Foi um ato falho que evidenciou o acordão", disse Fruet. O presidente da CPI, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), rebateu as acusações e disse que o requerimento não foi aprovado porque era muito genérico.
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